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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Este verão quente que agora termina...


Apenas um dia para começar o Outono. Este verão que termina foi bem quente. As temperaturas, os fogos e eventos internacionais que parecem tão absurdos que pensamos que são ficção.
Foram dias muito quentes e algumas noites a sentir o suor a escorrer no corpo. Acordar com a almofada molhada, o cabelo e o pescoço transpirados. Só apetecia beber, beber... arrefecer o corpo.
Este foi um desenho que fiz da pequena numas dessas noites quentes. Já não aguentava ver os desenhos animados do canal "Cartoon Network". Ela adormecia e eu fazia um desenho rápido. Calculo que o Outono vá começar ainda quente. Ainda teremos saudades da chuva?

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Calor nos Transportes


Um denominador comum nos Transportes Públicos nos verão é o calor. Muitas pessoas, espaço exíguo e ar condicionado a trabalhar, mas sem refrescar. No metro não me queixo porque sentimos os vento a passar nas carruagens, mas quando chega ao barco... Enquanto está encostado não passa uma brisa e aí custa suportar. Melhora um pouco em andamento.
Na travessia para o Barreiro, costumam abrir as portas que dão para a proa e assim corre uma brisa. Como é proibido ir lá para fora, estendem uns cabos de amarração na porta para evitar a passagem. Fica muito mais agradável sentir a brisa marítima a vir de frente. E claro quando apanhamos a ondulação dos outros barcos, sentimos tudo no estômago. 

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Evitar os períodos de maior calor


Uns dias nublados e mais agradáveis seguem-se outros de calor intenso. Não podemos dizer que não estamos em Agosto e que este verão está mesmo quente, especialmente no interior do país, especialmente em zonas de floresta que são massacradas nesta altura com os fogos e respectivas reportagens televisivas com os mais novos jornalistas em campo.
Há regras básicas que os antigos seguiam e que continuam certas, como evitar as horas de maior calor para estar na rua, na praia ou a correr. Mesmo bebendo os líquidos necessários, o melhor é mesmo estar à sombra ou num local com o Ar Condicionado com temperaturas decentes e não como em algumas lojas de roupa.
Quem como eu atravessa a Baixa de Lisboa ao final da tarde e sente o suor a escorrer pelas costas, as pernas a colarem nas calças e se mete num barco que é uma estufa enquanto está atracado, sente o corpo a amolecer, a ensonar, aguardando pelo início da viagem e esperar por uma brisa do Tejo. Os leques trabalham bem, falta só uma app no telemóvel que nos faça resfrescar a pele.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Verão com ar condicionado


Verão. Tempo de calor. Tempo para passear em locais com ar condicionado.
Muita gente passeia em centros comerciais para gozar do fresco, das cadeiras, das esplanadas, enquanto observamos as pessoas em calções, chinelos e outras combinações bem estranhas.
Nesse dia fiquei a tomar conta do mais pequeno enquanto a família andava nas compras. Fui desenhando pessoas que ficavam "horas" sentadas. Os mais velhos saboreavam as vistas e o fresco.
Para mim foi muito tempo num centro comercial como há muito não me sucedia, mas há que ver sempre o aspecto positivo e desenhá-lo.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Esta humidade que nos amolece


Não têm sido dias de muito calor em Lisboa, sempre abaixo dos 30º, mas a humidade que vem do mar faz correr àgua com sais minerais por todos os nossos poros.
Ao final da tarde, dentro do barco, o ambiente é quente e húmido e dá uma moleza que por vezes faço metade da viagem com um livro aberto e os meus olhos fechados.
Neste dia, gostei de ver a forma como uma rapariga aproveitou a viagem Lisboa-Barreiro. Deitou-se, saboreando a brisa que vinha de uma janela e lá fora o Tejo na sua ondulação normal e que nos embalava.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Um desenho na praia


Uma pausa nas brincadeiras com os miúdos na praia e desenho uma pata de caranguejo que a minha filha achou na areia. 
Há sempre um tempinho para puxar dos marcadores e do estojo de aguarelas que me acompanham sempre com o diário-gráfico.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Nas nuvens

Este fim de semana, fui até às praias da Arrábida e deu para ver um fenómeno metereológico.
Na praia estava muito nevoeiro, calor e humidade, não se via as outras praias. Na serra parecia que estávamos num avião.



Não é comum, mas quando acontece é uma bela imagem que podemos apreciar com calma. Perigoso para quem pensa que assim o sol não queima. Ainda vim de lá rosado.

A 1ª foto é do Portinho da Arrábida e a 2ª do Cabo Espichel.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Personagens de praia II

Achei engraçada a situação que envolveu o homem que está sentado. Apanhei o diálogo dele com o vendedor de bolas de berlim. Estava a comprar para toda a família e o total a pagar era mais do que ele esperava. Obrigou o filho a devolver todas ao vendedor. Disse à família que noutras praias, as bolas estavam a 1 euro e ali ficavam a 1,20.


Passado uma meia hora, o filho viu de novo o vendedor e pediu ao pai. Ele deu o dinheiro e disse para o filho perguntar o preço de cada bola, provavelmente teria feito as contas mal. O vendedor estava a umas toalhas de distância. O rapaz voltou e disse que o vendedor tinha estranhado primeiro a devolução e agora estavam a comprar de novo. E contou ao rapaz que além das bolas pedidas havia oferecido uma. Claro que quando o rapaz distribuiu pela família, os bolos eram à conta. O vendedor tinha-se aproveitado da ingenuidade do rapaz para brincar com a situação. O homem fartou-se de deitar abaixo o filho.
Adorei o uso de expressões francesas nas conversas, sendo  todos portugueses. Fica sempre tão mal fazer isso em sítio públicos. Pensamos logo nos emigrantes que tentam sentir-se bem quando regressam ao país natal. O senhor era mesmo um personagem. A mulher estava de bata na praia.

sábado, 27 de agosto de 2011

Personagens de praia I


O homem parecia que adivinhava que lhe estava a desenhar. A ouvir música e a apanhar sol, mas de vez em quando mudava de posição, especialmente quando avançava a linha pela barriga abaixo.
A rapariga foi mais fácil e mais agradável de desenhar. Com os homens é mais barrigas e bem direitos na toalha. 
Quando terminei o desenho, o homem estava virado para mim. Tudo muito descontraído e momentos bem passados num final de tarde.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Semana de praia


Uma semana no Algarve e tive muita sorte com o tempo. Parece outro país, não só por tudo estar em inglês e português, mas parecer mesmo que não estamos em Portugal. Ainda conheço pouco da região, mas gosto dos contrastes entre a Serra e o litoral, o bom e o mau turismo. E definitivamente, as praias são muito boas.



Não estava habituado a praias tão cheias, mas tem a vantagem de termos as pessoas bem perto e passarmos despercebidos no meio de tanta gente a apanhar sol e olhar para o mar. Gostei dos momentos que desenhava, ouvindo pessoas que falavam alto sobre as suas vidas, os olhares apreciando os vizinhos, o torrar ao sol e simplesmente observando os personagens e alguns cromos. Uma delícia.

Uma semana que serviu para relaxar e "saír" um pouco dos problemas do país. Não acompanhar as notícias e apenas esvaziar a cabeça. Deu para desenhar bastante. Irei colocando o resultado nos próximos dias.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Scanner novo. Estou de volta!

De volta depois de uns dias de férias e de resolver o problema do scanner. Sai mais barato comprar uma impressora multijet com scanner que apenas um scanner à parte. Estranho.


Estive uns dias de férias pela zona de Odemira e Milfontes. Apanhei uma semana com muito vento nas praias, mas foram uns dias excelentes para passear. Ainda deu para um excelente almoço no restuarante "O Sacas" perto do porto da Zambujeira. Mas agora chegam os dias quentes para a praia.
O verão a chegar, novo governo nomeado e uma "presidenta" da Assembleia da república. Tudo fresco para enfrentar o verão quente.
Neste desenho apanhei a minha mulher no descanso. Tenho que dar um jeito à côr da pele. Parece que estava doente.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Frescura na memória

As temperaturas altas voltaram. De novo se sente o Verão depois de uns dias mais frescos e um descanso nos incêndios. Vamos ver como será o final do mês de Agosto.
Hoje senti aquele bafo quente à hora de almoço e ao final do dia o quente ainda agarrava ao corpo. Ainda me sentia assim quando chego ao prédio onde vive a minha sogra, entrei e nas escadas estava uma frescura com aquele aroma do cimento fresco.
Esse cheiro tocou-me na memória. Fez-me lembrar as casas alentejanas. As adegas, as cisternas (na foto, a cisterna junto ao castelo de Mértola) e todas as divisões de uma casa que se mantêm frescas no verão.
Estando a trabalhar todo o dia com o ar condicionado, sinto logo a diferença na frescura de uma casa preparada para a canícula.
Os antigos é que faziam bem. Em Espanha ainda usam as talhas grandes de barro, cuja porosidade permite refrescar a casa, mantendo-se junto a uma corrente de ar e colocando água dentro. Além de na andaluzia, as casas terem pátios que refrescam toda a casa. São conhecimentos que se perdem na feitura das casas novas dependentes do ar condicionado.

Também li hoje uma notícia sobre a utilização dos rebanhos de cabras para a prevenção de incêndios e desbaste do mato. Mais uma medida inteligente que vai absorver os conhecimentos antigos e que respeita a natureza.
Nos próximos dias iria saber muito bem dormir as sestas ou mesmo à noite, num quarto fresco dos antigos. Podia ser sem o cheiro do cimento fresco. Apenas a frescura.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Praias

Tem estado um tempo impecável para se estar na praia, especialmente dentro de àgua. Continuo a trabalhar, mas os fins-de-semana tem havido um tempinho para ir para a praia.


No domingo de manhã estava muito bom. Muita gente, àgua muito agradável e andei com os óculos e as barbatanas a ver uns peixinhos. Muita gente junta numa das praias da Arrábida. Há um ano atrás andava a desenhar pelas praias de Aljezur, com muito menos gente.



Gosto muito deste tempo de calma, uma certa moleza que permite observar, desenhar com mais pormenor, mais paciência para todos os detalhes. Os "modelos" ajudam mantendo as poses, tornando bem agradável o momento de desenho. Estes dois desenhos são do mesmo casal.

P.S. Continuo a fazer um esforço para seguir a série do canal Travel "Travel Notebook". Dos horários mais estranhos, tenho conseguido ver às quintas pelas 23h. A semana passada vi o excelente "Cuba" com a desenhadora Carla Tallop.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Pormenores junto ao chão.

Gosto de apanhar alguns pormenores durante a travessia de barco. Desenhar os pés, especialmente alguns sapatos ou sandálias, é um desafio. A curvatura do calçado, o modo como as pessoas colocam os pés, apresentam algumas dificuldades que vou tentando ultrapassar.


O acto de desenhar permite-me captar melhor alguns pormenores que normalmente me escapam. Já tenho visto mulheres de botas em dias quentes ou chinelos para ir para o trabalho. Algumas mais altas usam sandálias rasas e as bem baixinhas optam por alguns saltos bem grandes.
Nos homens a variação anda pelos sapatos de vela, ténis ou botas de caminhada. Vou praticando nos ténis que acho mais difíceis.

As mulheres reparam mais nos sapatos das outras mulheres, fazem comparações e tiram ideias para futuras compras. Com a chegada do verão, a atenção redobra e o esforço para manter a elegância é maior.
Mais interessante se tornam os desenhos e as expressões das pessoas que observam.

terça-feira, 22 de junho de 2010

O Verão já chegou.

O Verão chegou às 12h28, segundo ouvi na rádio. E chegou ao mesmo tempo que começava o jogo de Portugal. Começou bem para muito portugueses, que agora andam eufóricos com o resultado expressivo frente à Coreia do Norte. Penso que mais interessante será ver o próximo com o Brasil.
O jogo teve algo de cómico, especialmente no golo do Cristiano Ronaldo, mas mais ainda, as figuras de algumas pessoas que foram entrevistadas após o encontro.


A felicidade, a euforia na cara das pessoas. Um momento de alegria no meio de tantos gráficos financeiros descendentes e que faz ultrapassar todos os problemas. Bem, não pensamos tanto neles.
Além do jogo, gosto também de ver como reagem as pessoas, os diálogos, o olhar mais alegre. Vai ser conversa para uns dias, umas cervejas a acompanhar e milhentas análises sobre o jogo e os jogadores.
Os impostos sobem mais um pouco, voltam as séries e novelas antigas na televisão, mas vai estando um calorzinho agradável e a Selecção ganhou. Chegou o Verão.

terça-feira, 1 de junho de 2010

O calor vai cozendo lentamente...

Inícios de Junho e o calor surge a apertar um pouco. Na rua anda-se bem, sem ser à hora de almoço. Há zonas onde corre uma brisa e outras onde bate o sol de chapa.
Nestas alturas os transportes públicos ficam com um ambiente saturado, húmido e com alguns aromas "naturais". No Metro, tudo ok, que faz uma corrente de ar e até sabe muito bem enquanto se espera no cais, mas quando se entram noutros transportes, aí... parece que arde algum incenso "estranho".



Ontem, no barco para o Barreiro, toda a gente já transpirada, alguns gelados e umas cervejinhas no bar, fui sentar-me perto de um tipo bem velhote que estava pestilento.
Bem que devia ter desconfiado quando avistei o lugar que uma mulher havia deixado vago. Assim que me sentei, do banco da frente veio um refogado de odores que me deixaram tonto. Felizmente que assim que o barco arrancou, a brisa trouxe algum descanso ao nariz.
O tipo, coitado, devia andar pelas ruas e a roupa deitava o tal "aroma". Aguentei-me e fui-me distraíndo a ver a paisagem. De certeza que todos à volta estavam sintonizados no pensamento. Uma pessoa até arrepia quando tem uma pessoa destas mesmo atrás.
Lembro-me de uma viagem na Carris, há uns anos, com um tipo bem mais jovem, mas que deixou todos os passageiros de cara torcida e a fazer um esforço para conter as narinas fechadas. Não dá!
Infelizmente, as pessoas deviam ter respeito por quem viaja em transportes com pouca ventilação. Nestes casos, tenham paciência e vão a pé ou a nado.
Uma coisa é alguma transpiração, outra é um cheiro nauseabundo. E o Verão ainda está para vir.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Dias de praia 2

Mais uns desenhos. Gostei muito de desenhar a rapariga de cima que observava o namorado a surfar.
A mulher em baixo serviu para treinar as sombras. Acho que carrego demasiado na caneta. É como acertar as patilhas, cortamos sempre mais um pouco do lado direito. O mais difícil é captar a ondulação da toalha e da areia, mas é um bom desafio.
A mulher no topo, foi uma espécie de caricatura de uma personagem que passava junto à água com o colchão de ar debaixo do braço. O penteado também era diferente do normal.
Estava uma tarde de calor que saboreei até à hora do jantar. A melhor hora, quando as famílias vão saindo e fica aquele céu laranja.

Dias de praia 1

Voltei de férias na semana de maior calor. Tem sido uns dias fantásticos. Especialmente, as noites quentes.
Na praia fui desenhando algumas vezes, as pessoas que dormitavam ao pé de mim, que fixavam uma pose e ficavam o tempo suficiente para desenhar.
Aqui apanhei um casal na conversa. Bem juntinhos trocavam impressões sobre um estranho grupo que estava ao lado deles. É sempre propício a conversas intímas com os olhares bem perto um do outro.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Saruel. São calças Saruel!

Saruel. Soube do nome há uns tempos.

Saruel são umas calças que andam na moda este verão. Já as via em anos anteriores nos festivais, mas este ano chegaram à cidade. Aceito bem as calças de panos de padrões coloridos, mas quando passaram o conceito para os jeans... Parece uma fralda! Como alguns gostam de usar as calças na anca mostrando os boxers de marca, as calças saruel são as indicadas. Dão a entender que estão a cair, mas apenas é um tecido em excesso que vai roçando nas pernas. Os ingleses chamam-lhes "drop-crotch", os Madness cantavam as "baggy trousers" nos anos 80. O conceito de rebeldia está implícito naquela forma de chamar a atenção. O pior é quando passam para a roupa do dia-a-dia.

Li sobre este tipo de calças e são mais antigas que eu pensava. Fazia parte do uniforme do exército francês que patrulhava no norte de África no século XIX. O exército Zouave utilizava a tecnologia da região para aguentar o calor, especialmente entre as pernas.

Essa tecnologia saltou para o século XXI. O mais aproximado que tive, foi no Judo, com umas calças do mesmo género que deixavam espaço para a flexibilidade, fortes puxões e frescura. Talvez seja isso que precisamos de usar para usar no metropolitano todos os dias.
Pintura daqui: Vincent Van Gogh - O Zouave

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Verão nos escritórios

A poucos dias de entrarmos oficialmente na estação quente, as conversas nos escritórios voltam-se para o tema férias, depois dos meses de "emagrecimentos" Abril e Maio. Das conversas sobre as temperaturas e do calor que faz, há um diálogo que adoro todos os anos. Sempre repetido:
- Vais de férias quando?
- Vou tirar 10 dias em Julho.
- Junho?
- Julho.
- nho ou lho?
- nho! Mês 7! Julho!!!
- Ah, vais em Julho! Também estou a pensar nuns dias em Julho.
- lho?
- ...
E depois vêm as questões sobre destinos. Há sempre uma pressão para saber quem tem dinheiro para viajar para o estrangeiro, acampar ou ir todos os dias para a praia da Caparica. Pelo menos não falamos das milhares de comparações sobre o que se pode comprar com o valor da transferência do Ronaldo. Já parece a do "que fazias se te saísse o euromilhões?".
Não há paciência. Mas, o verão sempre foi de conversas vazias e sem nexo, tal como o nosso cérebro com o calor.

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