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terça-feira, 11 de abril de 2017

Desenhar em papel num Seminário de Informática







Num seminário de informática, no CCB, onde se falava de software, digital, ficheiros em pdf e powerpoint, eu desenhava os apresentadores nas folhas de papel que nos distribuíram num capa. Um bom motivo para estar atento, planificando os temas e não adormecendo.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

QUERIDO BARREIRO - oficina de desenho em cadernos


No próximo dia 10 de Setembro, no local em que Seixal quase toca na margem do Barreiro, estaremos lá para desenhar barcos, o rio Tejo e o Barreiro.
Uma organização da associação L1B. Agradeço desde já o convite que me fizeram para mostrar os meus cadernos. Um beijinho à Manuela.

ADIADO - Data a acertar

terça-feira, 17 de maio de 2016

Workshop de desenho na Biblioteca da Trafaria - resultados

No passado sábado, 14 de Maio, eu e a Rita Caré orientámos um workshop na Biblioteca da Trafaria com a utilização de Agendas de secretária, novas mas de anos anteriores, para desenho.


Depois de explicarmos a função do diário-gráfico e sobre a comunidade Urban Sketchers, passámos aos exercícios. A Rita arrancou com um exercício de "desenho cego".



Foi utilizado uma maquete de uma embarcação, cujo autor se encontrava presente no workshop para treinar o desenho. O Sr. Carlos Santos achou o exercício mais complicado, mesmo desenhando um objecto fruto da sua paixão.




O exercício que propus foi de composição com tudo o que pudessem encontrar numa biblioteca, com os livros, as estantes e as pessoas. Da libertação dada pelas agendas, os formandos estavam sem pressão a desenhar folhas e folhas. Alguns dos resultados finais: 


Os agradecimentos à Mariana e à Sandra, da Biblioteca da Trafaria e o apoio da Junta de Freguesia da Trafaria. É sempre com muito agrado que participo e divulgo o prazer de desenhar. Algumas das fotos são do César Caldeira que podem ser vistas AQUI.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Criando personagens de pessoas reais


Há dias em que me apetece brincar um pouco no desenho. E começo a desenhar as pessoas que vejo com as feições e posturas mais exageradas. Como se abonecasse (não soa bem) os coitados e coitadas que são expressos assim no caderno de um desconhecido.


Vou pela sensação que me dão e daí o marcador vai correndo e aparecendo um nariz enorme, pernas pequenas ou até um "sempre em pé".
Sabe mesmo bem relaxar assim desta maneira no fim de um dia de trabalho. O apetite surge sem pensar e só paro quando saio dos transportes públicos.
Criamos personagens de pessoas reais e só falta escrever uma pequena estória inventada à volta dessa personagem.
Vale a pena experimentar de vez em quando. É libertador e divertido.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

De repente o livro acabou...


De repente o livro acabou na página 96. Comecei a ler outro dia o livro "30 dias em Sydney" do escritor australiano Peter Carey e apareceu-me uma página em branco, aliás, várias páginas.
Enviei ontem um e-mail para as Edições ASA do grupo Leya a pedir explicações e se podiam enviar as páginas em falta em pdf. Sei que o livro está esgotado e faz parte de uma coleção de literatura de viagens com mais 4 ou livros. Como tenho a coleção toda em casa, fui logo a seguir ver se acontecia a mesma falha noutros livros. Pelo menos sei que Praga tem as páginas todas e depois verei Paris.

Hoje na travessia do rio, voltei a abrir o livro na página em branco e fiquei a pensar se deveria continuar como se essa folha não fizesse falta. No meio do pensamento desenhei uma rapariga que mais à frente estava satisfeita a ler um livro. Acho que vou colocar o livro de lado e esperar uma resposta da Editora. A questão é que faltam cerca de 15 páginas salteadas e torna-se impossível seguir o rumo da estória.

Acho que vou pegar no livro sobre Paris e conhecer um pouco mais sobre uma cidade que por estes dias anda no pensamento do mundo, infelizmente.

Actualização: No passado dia 26/11/2015, as Edições ASA responderam ao meu e-mail e enviaram-me o livro em pdf para imprimir as páginas em falta. O meu agradecimento à Cristina Carvalho da Leya pela resolução da questão.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Um casal nas escadas


Outro dia entrei no barco e fui directo ao bar beber um café. Ao meu lado uma rapariga e um rapaz que falavam de questões de trabalho. Enquanto esperava que a empregada servisse todas a minis e médias de cerveja que são muito requisitadas ao final do dia, a rapariga ia ficando cada vez mais impaciente com a espera. Quando chegou a minha vez, pedi o café e a rapariga queria uma mini preta. Não havia e ficou com uma média. O rapaz pediu uma cola. 
Bebi o café e como não queria andar à procura de lugar com o barco em andamento, fiquei ao pé das escadas que dão para o piso superior. O casal estava sentado nas ditas.
A rapariga era a mais faladora e de vez em quando olhava para o meu lado para perceber o que eu estaria a fazer com um caderno aberto. Desenhei a senhora à minha frente com o telemóvel e quis fazer os 2 planos e incluír o casal. O desafio seria olhar para eles e desenhar, com a rapariga a topar que estava a observá-los. Felizmente, entusiamou-se com a conversa e deixou de reparar. Acabei o desenho e colori mais tarde. Já há muito que queria fazer um plano das escadas.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Originais do "Lisboa por/by Urban Sketchers"


Na passado dia 23 de Outubro foi feito o lançamento do livro "Lisboa por/by Urban Sketchers" na loja do Museu de Marinha e com o apoio desta. Uma parceria da Editora Zest com os Urban Sketchers Portugal.
O livro está lindo, com os desenhos de 45 autores sobre a cidade de Lisboa, dos locais mais turísticos aos menos conhecidos e quase secretos. Participo com 2 desenhos que foram seleccionados há mais de um ano. Agora apresento aqui os originais dos desenhos publicados e como ficaram no livro.










sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Travessa do Loureiro - Lisboa


Dia de céu azul em Outubro e uma pausa na hora de almoço para conhecer mais recantos perto do trabalho. Junto ao Instituto de Oftalmologia Dr. Gama Pinto, encostado a uma das portas, apanhei este edifício na Travessa do Loureiro. À janela uma mulher estendia a roupa e conversava com algumas conhecidas. Ainda olhou desconfiada para mim, mas já não fui a tempo de a desenhar.
Uma rua de sentido único onde passam táxis a grande velocidade para deixar pacientes no Instituto, no cruzamento com a Rua do Passadiço. Recantos desta cidade que ainda tem roupa estendida à janela e até uma caixa de cerveja à espreita. 

terça-feira, 29 de setembro de 2015

(a)Riscar o Património - LxFactory Lisboa


No passado sábado 26, houve encontros de desenho - (a)Riscar o Património/Heritage Sketching - por diversas cidades do país, uma iniciativa da DGPC – Direção-Geral do Património Cultural, com apoio dos Urban Sketchers Portugal, integrada nas Jornadas Europeias do Património, que decorrem todos os anos em todo o país, durante o mês de Setembro.

O tema de 2015 era sobre o Património Industrial e decorreu nas cidades de Viana do Castelo, Porto, Coimbra, Montemor-o-velho, Tomar, Torres Vedras, Lisboa, Castelo Branco, Évora, Porto da Cruz (Madeira) e São Miguel (Açores).




Fui ao encontro de Lisboa no espaço da LXFactory que não conhecia. Fiquei surpreendido pela remodelação de algumas antigas oficinas, a criatividade e a utilização do espaço ao ar livre. O ponto de encontro foi na livraria Ler Devagar e gostei de ver as antigas rotativas e maquinaria da antiga gráfica, um espaço espectacular para apreciar livros e maquinaria antiga.

Alguns dos participantes que fui apanhando numa pausa entre desenhos...





Gostei muito das paredes em tijolo de alguns edifícios, das grandes tubagens no exterior e ao mesmo tempo da mistura entre o antigo e o moderno.

Não fiquei até ao fim, mas pude apreciar outros desenhos numa esplanada onde o grupo tentou convencer o empregado a retirar algum do açúcar das limonadas e ele que estava com receio de alterar a receita na bimby. As receitas não são sagradas, basta retirar o açúcar! Um momento bem engraçado num final de tarde que estava com uma luz linda, criando um ambiente bem criativo e descontraído.


domingo, 12 de julho de 2015

Workshop no Barreiro "Moínhos da Alburrica no diário-gráfico"

Ontem de manhã, coordenei um workshop de desenho no passadiço da Alburrica com apoio do Município do Barreiro no âmbito do programa de verão "Espaços Vivos 2015".
A participação foi excelente, de diversas idades mas igual motivação para desenhar.


No 1º exercício - Perspectiva com o passadiço a ser um desafio para passar para a folha em branco.


2º exercício - Composição, com os moínhos de vento da Alburrica que são o símbolo do Barreiro. Tivémos sorte com a sombra das árvores num local que é um miradouro perfeito para a zona.







O resultado final do 2º exercício e foto de grupo com a disposição de quem não deu conta do tempo passar e a querer continuar a desenhar.



Agradeço ao grupo fabuloso e motivado. Uma experiência que espero repetir noutros locais desta cidade que tem muito potencial para desenhar. Gostei muito da experiência que me foi muito gratificante.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Domingo no campo


Um almoço de domingo no campo. Com um pouco de chuva, alguns gatos a saltarem pelas àrvores e um par que quis passar para o papel. Um pequeno trator e uma bicicleta abrigavam-se juntos da chuva. Ao lado um móvel antigo sem gavetas dava abrigo aos mais pequenos insectos.


Mais tarde, tentei retratar alguns dos mais sossegados do galinheiro. Uma galinha com pescoço sem penas e um dos patos. Aqui colori primeiro e deixei a linha para o fim. 
Juntei o aroma da hortelã no caderno. A pequena adorou ver os pintos e correr. Os miúdos querem espaço para correr.

quarta-feira, 18 de março de 2015

Olho ou não olho?


Enquanto esperava uma pizza para levar para o jantar, sento-me numa mesa e desenho o que vejo. Uma mulher está a jantar e consulta o telemóvel. Mais atrás, um cliente conversa com um dos pasteleiros.Um empregado pergunta-me se desejo algo e digo-lhe que aguardo uma pizza. Fico a desenhar.

Difícil é manter a concentração na pessoa desenhada, sabendo que ela vai topar que estamos a olhar. Foco o olhar ao perto e ao fundo alternadamente para disfarçar. Sem confiança para observarmos, não conseguimos fazer o desenho, a barreira do desconforto tem de ser ultrapassada, colocamos o pensamento no papel e não no que poderá acontecer se a pessoa perceber. Poderá ficar também desconfortável e mais estática ou querer ver o que estou a fazer. Poucas são as pessoas que têm a "lata" de o fazer e querer ver o resultado final. Só temos de pensar que não haverá problema, nem sentir intimidação a cada espreitadela.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Photoshop - 25 anos de muita criatividade


Vi a notícia no jornal Observador que o software photoshop faz 25 anos de existência. Qualquer foto que surge em jornais ou revistas não sai sem levar um retoque informático. O que é realidade e o que é fantasia? Começa a ser tão absurdo que fico a olhar para algumas fotos de actrizes conhecidas e olhos ou a pele não parecem nada reais. Qualquer dia mais vale colocar um desenho em vez da fotografia.

sites com fotos de erros do photoshop em que vemos o quanto o técnico devia estar a pensar noutra coisa quando fez os tais retoques. E muitas dessas fotos são publicadas em folhetos publicitários, mas felizmente só olhamos para os preços e não para um braço longo demais à volta de um televisor ou a voar sobre um sofá.

Pior mesmo só operações plásticas que correm mal. Essas são permantentes, não prejudicam a venda de uma revista mas apenas os sustos que a vítima apanha quando olha ao espelho.

Se houvesse photoshop em 1969, muito mais pessoas não acreditariam que o Homem havia chegado à Lua. Resta-nos um futuro de habituação e de incredibilidade à maior parte das coisas que vemos e lemos.
Parabéns Photoshop.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

People and Motion


Esta semana chegou-me às mãos o livro The Urban Sketching Handbook: People and Motion do Gabriel Campanario, fundador dos Urban Sketchers, sobre técnicas e dicas para desenhar as pessoas nos locais onde estão, seja a trabalhar, desporto ou a almoçar.

O livro é muito acessível e com alguns exercícios para fazermos. Vou experimentar alguns deles, gosto muito de desenhar pessoas. Já li livros com as técnicas de desenho académico e gostava de fazer mais formação com modelos ao vivo, mas temos tantos modelos na rua, em movimento, com todo o tipo de expressões e posturas. Acaba por nos acelerar o ritmo de desenho com voluntários por todo o lado e que não respeitam o tempo de espera.
Algumas dicas são muito boas, como integrar o "modelo" no seu cenário e que mais tarde nos dará mais informação sobre o local onde estivémos.
Outra das dicas boas, será a integração das "pessoas" no acontecimento que presenciamos. Um aspecto que sempre procurei fazer nos meus desenhos e irei aprofundar mais. 

Hoje de manhã voltei a treinar o face-a-face que é o mais difícil. E a rapariga apanhou-me mas continuou a escrever. No metro, mesmo ao longe, os meus "modelos" toparam que estava a desenhá-los, sem contar com um tipo que ia ao meu lado a ver tudo. Como se diz desenhar, desenhar, desenhar... e ultrapassar o receio da troca de olhares.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

O dia do nascimento

Um dia inteiro (14/01/2015) no bloco de partos, entre a sala de espera, a enfermaria e o parto, passaram-se várias horas. O percurso em desenhos até ao momento esperado. Correu tudo bem. Os desenhos tornaram a minha espera mais pequena.











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