Um domingo de chuva, vento, sol, chuva... Mesmo carregado de nuvens, o Tejo continua belo. Os barcos atravessam, chove bem, um cenário grandioso de nuvens carregadas. Há beleza também nestes dias. Por outro lado apela à criatividade para passar o tempo. Após uma boa chuvada consegui ver esta imagem.
Mostrar mensagens com a etiqueta desenhos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta desenhos. Mostrar todas as mensagens
domingo, 10 de março de 2013
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Em Fevereiro...
Tempo de saldos, tempo de fazer as contas ao que sobra dos salários. O sol está aí esta semana e apetece passear, andar pelas ruas. Hoje um acidente entre um eléctrico e um autocarro na Rua do Ourom na baixa de Lisboa. A montagem dos andaimes para limpeza do arco da rua Augusta, continua. A estátua de D.José também em limpezas. E em Inglaterra descobrem o rei Ricardo III debaixo de um estacionamento.
Em Fevereiro...
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Mais um Sketchcrawl no Barreiro
Próximo sábado, esperando que não chova muito, um encontro para desenhar no Barreiro. No âmbito do 38th worldwide sketchcrawl. Pelas 10h. Junto à estátua do Alfredo da Silva e do Mercado 1º de Maio.
Por causa do mau tempo, o encontro foi adiado para outra ocasião.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Arqueologia na Baixa de Lisboa
No trajecto que faço todos os dias para o trabalho, tenho assistido a obras na rua da vitória, na Baixa de Lisboa. Vou espreitando todos os dias para ver o que se descobre por debaixo da rua. Esta semana puseram a descoberto um belo pedaço da antiga calçada e arruamento pré-terramoto de 1755. É fascinante observar os degraus da porta e o pavimento avermelhado do interior de uma casa.
Fiz um desenho e acabou por ser um desafio para mim, todo o emaranhado de material, a definição do pavimento, mas soube-me bem o momento. A certa altura tornei o desenho mais livre e incluí o pavimento da rua que só se vê um pouco mais ao lado.
Tirei umas fotos onde se vê a arqueóloga a acompanhar e a coordenar o trabalho. Como provavelmente terá de ser destruído para fazer a estrutura para saneamento e cabos, fica a oportunidade para conhecer o passado e verificar como os arruamentos eram bem diferentes da estrutura rectilínea pombalina. Quem puder passar por lá e dar uma olhadela, recomendo. Este pedaço de história está na esquina entre a rua da vitória e a rua Augusta.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
12.12.12
12.12.2012 - Uma data que não é normal mas soa bem. São apenas números que contam o nosso tempo, mas que puxam pela nossa faceta de superstição. Uns podem aproveitar para jogar no totoloto ou na raspadinha, que parece está a ser um sucesso. Outros podem fazer cálculos de astrologia para ler o futuro.
Acho que será uma boa data para se nascer, para se casar (quem esquecerá o dia?) ou ainda para Portugal fazer um novo empréstimo para uma data semelhante, que será daqui a 1000 anos.
Por mim a ver se faço um desenho que me permita terminar um caderno que comecei em Junho. Falta uma página. Quase parece o calendário Maia em que a 21 será a última página e logo recomeçaremos uma nova Era. Precisamos de começar algo de novo que esta está em crise de crescimento.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Desenho com Guida Casella
No passado sábado fui a uma sessão de desenho no Museu Arqueológico do Carmo. Uma manhã de chuva intensa, mas uma grande curiosidade pelo tema "Viagens pelo Património" com a ilustradora Guida Casella. Vimos vários trabalhos, sketchbooks e um grande incentivo para aprender a desenhar com precisão, auxiliado pela fita métrica e o papel milimétrico.
Na parte prática da sessão, fomos para a sala do túmulo do rei D. Fernando I e começámos a tirar medidas. Não é fácil ao início com o jogo da escala do desenho, mas depois é trabalhar com as coordenadas.
Depois do papel milimétrico, passei a marcador para um papel vegetal. Dado o tempo que havia, ficámos com algumas dicas para "atacar" um desafio como este, que é todo o trabalho escultórico do túmulo.
O tempo foi curto para a nossa vontade de fazer mais, mas ficam as dicas. Gostei do modo como me pôs a observar com outros olhos para peças que nos passam um pouco ao lado nos museus. Dá-se mais valor ao trabalho do escultor e na procura do significado para o que está representado.
No fim os trabalhos expostos para troca de impressões. Foi a última sessão deste ciclo "Viagens e o diário gráfico". Agradecimentos à Rita Pires dos Santos do M.A.C. e à Guida Casella por nos abrir os olhos para este tipo de desenho.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Automóveis Clássicos no Barreiro
No domingo passado, mesmo ao fechar da mostra, fui ver a VII Exposição de Automóveis clássicos no parque da cidade do Barreiro. Foi uma boa hora, já não circulava quase ninguém e pude ouvir o som maravilhoso dos motores de algumas das viaturas. A essa hora já estavam a arrumar e a levar alguns dos automóveis. E estranhavam ver alguém ali a desenhar.
Depois do aquecimento decidi desenhar o Cadillac V8 de 1962...
Já mais quente das mãos e com o corpo bem frio, experimentei uma brincadeira com um Ford que me chamou a atenção. Deu-me gozo desenhá-lo.
Ainda aproveitei para colorir um pouco os desenhos e mostrei aos organizadores o que eu andava a fazer.
Para o ano há mais. Uma boa iniciativa da Câmara do Barreiro e do Clube de Automóveis Antigos da Costa Azul.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Surpresas
Por vezes apanho algumas supresas quando termino um desenho e verifico que algo ficou estranho. Olho para este e os braços estão com vida própria. Apesar da inclinação do corpo, aquele braço esquerdo parece que sai do sofá.
E na altura a única dúvida era apenas com o braço direito. Surpresas que me surgem no final.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Vivemos momentos históricos
Vivemos por estes dias momentos históricos. O mundo parece um prédio onde os problemas são assunto de todos. Umas guerras, crises, quem paga mais ou tem dívidas. Havemos de lembrar estes dias como de grande incerteza e muito falatório sobre o mesmo tema. Já não se consegue ouvir mais um debate sobre TSU ou IMI. Tudo se pode discutir que ninguém sabe o futuro. Valem os argumentos mais fortes e todos nós vamos sabendo viver debaixo deste duche frio.
É estranho como se tudo apenas se focasse num assunto. De repente o futebol e a casa dos segredos passam a ter menos tempo de antena (ainda bem!), mas em troca as conversas são deprimentes.
Temos de olhar para o modo de encarar a vida de muito anos por parte dos brasileiros. Parecia que a crise e a corrupção não acabavam mais, mas há vida para se viver, música e literatura por saborear, clarear as ideias, exercício físico, simplificar a observação da Natureza.
Outro dia fiquei a observar uma lua cheia enorme que se fixou ao fundo de uma avenida onde passava nessa altura. Era bela e fez-me sentir bem. Uma imagem que está no céu desde que há Terra e no entanto há algo de belo e motivador naquela imagem.
Vamos tentar simplificar o nosso modo de vida e apreciar as coisas que nos surgem diáriamente e não costumamos reparar. E relaxando a cabeça assim, poderemos sentir que vivemos momentos de mudança.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Desenhos animados às 03h30
As crianças à medida que crescem passam por várias fases. Nesta altura a minha filha acorda-me pelas 3, 4 horas da manhã para ir ver desenhos animados. Ao ínicio ainda os colocava no DVD, mas logo via que ela adormecia no colchão ou no sofá. Passei a ir com ela para a sala e simplesmente deixava-a deitada sem ligar a televisão.
Assusta um pouco ao início, um vulto a puxar pelo braço na escuridão para saír da cama. Mas com o tempo passamos a estar mais de guarda, sonos mais leves e acordar de manhã como se fosse um avião sem radar.
De madrugada custa não cambalear pelo corredor, evitar alguns móveis e chegar à sala. Outro dia dei uma valente cabeçada na parede.
Felizmente que há noites mais calmas e simplesmente ela acorda-me às 06h30, a um sábado.
domingo, 26 de agosto de 2012
Ilustração Científica com Pedro Salgado
Este fim de semana participei em 2 manhãs num workshop de Ilustração Científica com o professor Pedro Salgado, biólogo e ilustrador. Uma delícia sobre a importância desta àrea de comunicação científica.
Vimos exemplos de trabalhos acabados, trabalhos preliminares e todo o processo de realização de ilustrações que surgem em livros, revistas, zoo's, oceanários e demais utilizações.
A iniciativa da Câmara do Barreiro, que procura divulgar a ciência e a natureza, deu-nos uma oportunidade para conhecer um mundo que existe e por vezes nos passa ao lado. Vou passar a ter mais atenção à fauna e à flora e desafiar-me a desenhar vários tipos de árvore, o pormenor de um ramo ou um insecto. Abriu-me mesmo uma nova perspectiva no desenho. Excelente.
Parabéns ao Pedro Salgado e a sua capacidade de grande divulgador de ciência e desenho.
Links:
Filme (Expedição Amazonia) que assistimos no workshop.
Blog Papiro Papirus com links interessantes sobre ilustração científica
terça-feira, 24 de julho de 2012
Tall Ships Race em Lisboa
Grande calor se apanhou naquela tarde para ver os veleiros. Gostei da experiência, que puxou muito pela concentração e pelo desgaste físico. Muitas foram as pessoas que espreitavam o caderno, alguns miúdos pediram para ver e até alguns comentários engraçados.
Conseguir desenhar o navio russo MIR, sentado no chão à sombra e sempre com pessoas à espreita. Tive pena de não poder ver o navio alemão (Alexander von Humboldt II) e o Creoula. No primeiro caso esteve sempre fechado e no segundo a fila era enorme.
Mas não queria deixar de desenhar o alemão cujas cores gostei muito. No fim só apetecia uma massagem das que tanto sucesso fizeram na feira pelo Inst. Medicinas Tradicionais.
Gostei muito deste encontro dos Urbans Sketchers Portugal e com o desafio enorme que é desenhar estes belos veleiros.
terça-feira, 17 de julho de 2012
Reportagem
Hoje ao final de um dia bem quente, vinha do trabalho e dou com um acidente no cruzamento da Rua da Prata, na baixa lisboeta. Tudo parado, trânsito em dificuldade e muito público a assistir.
Felizmente não foi grave, apenas uma porta amachucada. A polícia esteve a controlar o caso e a descongestionar o trânsito.
Mas como é uma rua onde circulam os eléctricos, tiveram de desviar as viaturas para o passeio onde eu desenhava a situação. Curioso que algumas pessoas passavam por mim, olhavam para o acidente e depois para o que fazia no caderno.
Apeteceu-me o desafio de desenhar o mais rápido possível com pormenores e ser o mais discreto que conseguisse. Discreto não passei, que até um turista num segway me perguntou por uma rua. Sem contar com um miúdo que em francês perguntava ao pai o que eu estava a fazer.
Num dia de temperaturas altas, é das situações mais chatas de acontecer e de manter as emoções arrefecidas. Mas pelo que vi não houve problema.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Pequeno-almoço no rio
Todos os dias precisamos de nos maravilhar com o quotidiano e na rotina dos transportes. Até na procura de motivos para desenhar às vezes não é fácil encontrar algo diferente, mas pego nas coisas simples.
Muitas vezes vejo que muitos passageiros tomam o pequeno almoço na viagem de barco para Lisboa. Um pacote de leite ou de sumo e uma sandes. Para muitos é o pouco tempo de manhã em casa e para outros o gosto por saír de casa em jejum e depois comer no caminho ou no café antes de entrar ao trabalho.
Esta rapariga ia bem descontraída a apreciar a paisagem e a beber um pacote de leite.
Muitos acabam por dormir ou vão a ler, mas gostei de a ver a saborear o passeio e a ver o rio. Em tantas viagens, acho que devemos procurar nos surpreender com a beleza de algo simples. A ondulação do rio, os barcos que passam, a paisagem de Lisboa (sempre linda vista do Tejo!) e até aproveitar para desenhar um pouco.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Ao final do dia...
Ao final do dia sabe bem estar em família, ver um pouco de televisão, aproveitar o calor para andar descalço em casa.
A programação da televisão vai repetindo as mesmas fórmulas e tenho aproveitado para rever uns filmes em DVD. Não sei se vale a pena ter uns 100 canais quando o que queremos é aproveitar o tempo para aprender um pouco, brincar com a pequena e relaxar a cabeça com uma boa história.
Aqui aproveitei para desenhar enquanto passava uma nova novela brasileira na SIC. A pequena já dormia depois de ter visto os desenhos animados da pantera cor de rosa. Sabe muito bem ao final de um dia de trabalho.
segunda-feira, 25 de junho de 2012
27º Encontro UsKP - Castelo Sesimbra
Para o 27º encontro dos Urban Sketchers Portugal, o local era o castelo de Sesimbra. Não pude ir de manhã, de modo que por volta da hora do calor, fui visitar, desenhar um pouco e pôr a conversa em dia com outros Urban Sketchers.
Encontrei um lugar à sombra na companhia de algumas formigas e pequenos bichos, desenhei o edifício anexo à igreja onde se encontra o núcleo de arqueologia. Correu bem o desenho, quase uma hora bem passada.
Por volta das 17h30, troca de impressões, um moscatel e alguma conversa.
Exposição de cadernos...
Próximo fim de semana, o encontro é no convento de Cristo em Tomar.
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Sem bateria
No domingo passado tive azar com o carro. A caminho de visitar uma prima em Alfarim, perto de Sesimbra, a viatura desliga a direcção assistida e desata a piscar as luzes todas. Parou à entrada da localidade sem bateria.
Consegui a ajuda de um senhor que na sua garagem improvisada, carregou a bateria. O problema era mais sério, tinha a ver com o alternador. Não percebo muito de mecânica, mas fiquei a saber os pormenores.
Desenhei o meu carro enquanto esperava o carregamento da bateria. Consegui voltar para casa antes de anoitecer. Foi para a oficina no dia seguinte.
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Depois da chuva, o calor
Ainda na segunda fiquei com os pés molhados da chuva e hoje temos um calor de Junho.
Nem dá tempo para os corpos se habituarem à diferença.
O tempo está a ficar bom para desenhar ao ar livre. Estes foram feitos no feriado do 1º de Maio, num dia cinzento de chuva. Enquanto uns andavam nos descontos do Pingo Doce, estive a saborear a paisagem do rio Tejo.
domingo, 6 de maio de 2012
Biblioteca Itinerante
Ontem passei na Feira do Livro de Lisboa. Já lá vou há uns anos e tento ir pelo menos para dar uma espreitadela ao ambiente. Achei um pouco mais pequena, mas mantém a essência. A Praça Leya continua pequena para tantas sessões de autógrafo e a da Porto Editora está bem planificada, mas prefiro ver as editoras mais pequenas. Os Alfarrabistas também fazem parte da pesquisa. Desta vez não trouxe livro nenhum, resistindo à tentação de 3 ou 4 que vi. Mas gostei muito do momento na Biblioteca itinerante.
Junto do pavilhão das Bibliotecas municipais, está estacionado uma velha citröen que serviu de biblioteca nos anos 60 até final dos 80. Isto contado por uma senhora que me observava a desenhar a carrinha. Percebi isso e no fim fui falar com ela e mostrar o desenho. A primeira coisa que me disse foi se queria vê-la por dentro. Disse que sim. E que esperasse que estavam 2 actores a usarem-na como camarim. Assim que saíram, fui conhecer a biblioteca. Os livros expostos (cerca de 650) mostravam as coleções que percorriam os bairros de Lisboa e que vieram acrescentar mais valor às bibliotecas de jardim, que não conhecia.
A D. Josefa, explicou-me mais alguns detalhes, mantendo uma alegria a falar sobre o trabalho que desempenha. Os olhos brilhavam, enquanto falava de todas as pessoas que tiveram acesso à literatura em tantos anos. Adorei a visita, o momento e ainda me deu mais prazer ter desenhado a velha citröen.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Surf no Barreiro
Achei engraçada a notícia que passava na televisão na sexta passada. Um grupo de surfistas no Barreiro a aproveitar a ondulação causada pela passagem dos catamarãs. Eu que todos os dias faço esse trajeto nunca os tinha visto a apanhar as ondas. Conheço bem a ondulação que se sente quando cruzamos com um catamarã em sentido contrário, mas daí a aproveitar para surfar é mesmo de sentido de oportunidade.
Mas foi curioso como se têm boas ideias, se aproveitam efeitos secundários para uma actividade. Não tinha coragem de me enfiar naquelas águas do tejo, mas gosto de ver que há quem as saboreie de outro modo.
Gosto muito de estar à beira rio, no Barreiro, em dias de sol e muita gente vai para as esplanadas ao final da tarde saborear a vista para o Seixal, Almada e Lisboa. E há quem pesque naquelas águas. Desta vez, desenhei um que tentava apanhar algo enquanto via alguns peixes a saltarem ao largo.
Uma paisagem diferente, com potencial turístico mas que apenas vai entretando os barreirenses. Ainda gostava de ver o Barreiro Velho aproveitado como a zona antiga do Seixal e de toda a baía.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Mais visitadas...
-
A evolução da pandemia em registos no diário-gráfico, desde os 2 primeiros caso em Portugal, passando pelo Estado de Emergência e desc...
-
Veio-me à memória um verão de 1989 ou 90, que foi escaldante no canal 1 da RTP. No tempo em que só existiam 2 e todos viam o mesmo. Na altu...
-
Por estes dias a loucura em Espanha pela conquista do campeonato do mundo de futebol, está em todas as cidades e regiões. Na Catalunha andam...
-
Nasceu mais uma rede social. Esta é do Google para enfrentar o Facebook. Hoje ao final do dia, quando ia ver os mails no Gmail, levei logo...
-
Em fevereiro temos menos frio e um céu lindo ao final da tarde. Para quem como eu tem oportunidade de atravessar o Tejo e poder apreciar...










.jpg)


















