segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

De mochila às costas

Já ando com saudades de andar com a mochila às costas.
Este Inverno tem sido chuvoso e não tem dado para grandes passeios. Uns dias de sol para umas caminhadas pelos campo...

Via hoje esta foto que tirei em Itália na estação de Florença enquanto esperava pelo comboio para Veneza. Almocei ali com 4 mexicanos ao lado. O calor era bastante (Florença parece um forno no Verão) e mal sabia eu, que no comboio não iria estar mais fresco.
Mas a sensação de viagem, de conhecer o mundo... Estou à espera de dias mais solarengos e uns dias de férias para voltar às viagens. Enquanto isso, vou lendo e escrevendo sobre outras...

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Vicky Cristina Barcelona

Outro dia fui ver o último filme do Woody Allen. Há filmes que vejo e gosto sempre de fazer um comentário. Coloquei um no Cinecartaz do Público, porque acho que é um espaço que mantém alguma dignidade nos comentários feitos.
Até me arrepiavam alguns comentários feitos em sites sobre um filme como "O crime do padre amaro" e as "qualidades artísticas" da Soraia Chaves. Neste espaço, gosto de ler os comentários que mantêm um nível de alguma inteligência.
Recomendo o filme, não por ser dos melhores da carreira do realizador, mas levantar questões sobre as relações que são complicadas, e acima de tudo são reais, tal como a vida que é um conjunto de acasos, de histórias estranhas, de situações bizarras e quem sabe alguém reconhecerá em si algumas das personagens.
Gostei imenso da casa do pintor. Essa, sim, não parece real.

Cartoon foi tirado daqui.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Cybook, agora em Portugal.

Já está disponível em Portugal, o primeiro leitor digital de livros, o Cybook da empresa bookeen. O produto é distribuído pela empresa PIXmania, conforme noticiou a RTP.
Assim chega ao mercado nacional, um aparelho que está a procurar espaço no mercado livreiro. A Amazon já disponibiliza o kindle e este poderá ser um dos caminhos do futuro da literatura e das publicações.
A ver se dá jeito ler livros num ecrân. Pelo menos em termos de livros técnicos irá ser muito bom não ter de andar carregado com todos os livros que se necessita de consultar em trabalhos.
Eu que utilizo constantemente a leituras de códigos fiscais pela Net, vejo grandes possibilidades em termos de leituras de consulta e de publicações diárias.
Quanto à Literatura, prefiro ter o livro na mão e folhear à minha velocidade.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Continua a chover... Vamos dançar!

A chuva não pára e não podemos ficar tristes por isso. Lembrei-me de colocar esta cena do filme "Singing in the rain", um musical dos anos 50 com Gene Kelly. Continua a chover e nós vamos dançar...

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

A diferença dos anúncios no cinema

A Digital Cinema Media fez uma sondagem para saber quais os anúncios de culto que já passaram nos cinemas britânicos e divulgou a lista dos 10 melhores.
Vi o anúncio que ficou em primeiro e dou os parabéns. Um anúncio bem provocador com a Kylie Minogue, da lingerie Agent Provocateur, que em 2001, foi proibido na televisão e que apenas permitido no cinema.
Esse tipo de anúncios torna a experiência da sala de cinema ainda melhor.
O cinema dá liberdade à criação de um tipo de publicidade que na televisão não é possível. Anúncios maiores, mais sensuais, melhor som, enfim dirigido para um público diferente.
Tudo isto para dizer que a carga de anúncios que colocam nas salas portuguesas é cada vez maior e a maior parte são anúncios televisivos.
Muitas são as pessoas que aproveitam para chegar mais tarde à sala, sabendo que podem desperdiçar 10m de publicidade.
Mesmo os trailers são hoje menos que antes, porque sabem que depois da outra publicidade, pouca gente tem paciência para esperar mais pelo filme.
A continuar assim, as salas vão ficando vazias e por sua vez, irá ser necessária mais publicidade para compensar a menor venda de bilhetes. Nalguns cinemas, todos os filmes têm intervalo. Bem, pelo menos pela ida ao wc.
Há que melhorar o tipo de publicidade que passa no cinema. E desliguem os telemóveis... Os bilhetes custam 5,20 euros e para estar na conversa, na rua é de borla.

Foto: Pipoca

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