segunda-feira, 25 de junho de 2012

27º Encontro UsKP - Castelo Sesimbra

Para o 27º encontro dos Urban Sketchers Portugal, o local era o castelo de Sesimbra. Não pude ir de manhã, de modo que por volta da hora do calor, fui visitar, desenhar um pouco e pôr a conversa em dia com outros Urban Sketchers.


Encontrei um lugar à sombra na companhia de algumas formigas e pequenos bichos, desenhei o edifício anexo à igreja onde se encontra o núcleo de arqueologia. Correu bem o desenho, quase uma hora bem passada.
Por volta das 17h30, troca de impressões, um moscatel e alguma conversa.


Exposição de cadernos...

Próximo fim de semana, o encontro é no convento de Cristo em Tomar.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Sem bateria

No domingo passado tive azar com o carro. A caminho de visitar uma prima em Alfarim, perto de Sesimbra, a viatura desliga a direcção assistida e desata a piscar as luzes todas. Parou à entrada da localidade sem bateria.


Consegui a ajuda de um senhor que na sua garagem improvisada, carregou a bateria. O problema era mais sério, tinha a ver com o alternador. Não percebo muito de mecânica, mas fiquei a saber os pormenores.
Desenhei o meu carro enquanto esperava o carregamento da bateria. Consegui voltar para casa antes de anoitecer. Foi para a oficina no dia seguinte.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Depois da chuva, o calor

Ainda na segunda fiquei com os pés molhados da chuva e hoje temos um calor de Junho.
Nem dá tempo para os corpos se habituarem à diferença.


O tempo está a ficar bom para desenhar ao ar livre. Estes foram feitos no feriado do 1º de Maio, num dia cinzento de chuva. Enquanto uns andavam nos descontos do Pingo Doce, estive a saborear a paisagem do rio Tejo.

domingo, 6 de maio de 2012

Biblioteca Itinerante

Ontem passei na Feira do Livro de Lisboa. Já lá vou há uns anos e tento ir pelo menos para dar uma espreitadela ao ambiente. Achei um pouco mais pequena, mas mantém a essência. A Praça Leya continua pequena para tantas sessões de autógrafo e a da Porto Editora está bem planificada, mas prefiro ver as editoras mais pequenas. Os Alfarrabistas também fazem parte da pesquisa. Desta vez não trouxe livro nenhum, resistindo à tentação de 3 ou 4 que vi. Mas gostei muito do momento na Biblioteca itinerante.



Junto do pavilhão das Bibliotecas municipais, está estacionado uma velha citröen que serviu de biblioteca nos anos 60 até final dos 80. Isto contado por uma senhora que me observava a desenhar a carrinha. Percebi isso e no fim fui falar com ela e mostrar o desenho. A primeira coisa que me disse foi se queria vê-la por dentro. Disse que sim. E que esperasse que estavam 2 actores a usarem-na como camarim. Assim que saíram, fui conhecer a biblioteca. Os livros expostos (cerca de 650) mostravam as coleções que percorriam os bairros de Lisboa e que vieram acrescentar mais valor às bibliotecas de jardim, que não conhecia.
A D. Josefa, explicou-me mais alguns detalhes, mantendo uma alegria a falar sobre o trabalho que desempenha. Os olhos brilhavam, enquanto falava de todas as pessoas que tiveram acesso à literatura em tantos anos. Adorei a visita, o momento e ainda me deu mais prazer ter desenhado a velha citröen.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Surf no Barreiro

Achei engraçada a notícia que passava na televisão na sexta passada. Um grupo de surfistas no Barreiro a aproveitar a ondulação causada pela passagem dos catamarãs. Eu que todos os dias faço esse trajeto nunca os tinha visto a apanhar as ondas. Conheço bem a ondulação que se sente quando cruzamos com um catamarã em sentido contrário, mas daí a aproveitar para surfar é mesmo de sentido de oportunidade.


Mas foi curioso como se têm boas ideias, se aproveitam efeitos secundários para uma actividade. Não tinha coragem de me enfiar naquelas águas do tejo, mas gosto de ver que há quem as saboreie de outro modo.

Gosto muito de estar à beira rio, no Barreiro, em dias de sol e muita gente vai para as esplanadas ao final da tarde saborear a vista para o Seixal, Almada e Lisboa. E há quem pesque naquelas águas. Desta vez, desenhei um que tentava apanhar algo enquanto via alguns peixes a saltarem ao largo.
Uma paisagem diferente, com potencial turístico mas que apenas vai entretando os barreirenses. Ainda gostava de ver o Barreiro Velho aproveitado como a zona antiga do Seixal e de toda a baía.

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