segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Desenho com Guida Casella

No passado sábado fui a uma sessão de desenho no Museu Arqueológico do Carmo. Uma manhã de chuva intensa, mas uma grande curiosidade pelo tema "Viagens pelo Património" com a ilustradora Guida Casella. Vimos vários trabalhos, sketchbooks e um grande incentivo para aprender a desenhar com precisão, auxiliado pela fita métrica e o papel milimétrico.


Na parte prática da sessão, fomos para a sala do túmulo do rei D. Fernando I e começámos a tirar medidas. Não é fácil ao início com o jogo da escala do desenho, mas depois é trabalhar com as coordenadas.


Depois do papel milimétrico, passei a marcador para um papel vegetal. Dado o tempo que havia, ficámos com algumas dicas para "atacar" um desafio como este, que é todo o trabalho escultórico do túmulo.


O tempo foi curto para a nossa vontade de fazer mais, mas ficam as dicas. Gostei do modo como me pôs a observar com outros olhos para peças que nos passam um pouco ao lado nos museus. Dá-se mais valor ao trabalho do escultor e na procura do significado para o que está representado.


No fim os trabalhos expostos para troca de impressões. Foi a última sessão deste ciclo "Viagens e o diário gráfico". Agradecimentos à Rita Pires dos Santos do M.A.C. e à Guida Casella por nos abrir os olhos para este tipo de desenho.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Automóveis Clássicos no Barreiro

No domingo passado, mesmo ao fechar da mostra, fui ver a VII Exposição de Automóveis clássicos no parque da cidade do Barreiro. Foi uma boa hora, já não circulava quase ninguém e pude ouvir o som maravilhoso dos motores de algumas das viaturas. A essa hora já estavam a arrumar e a levar alguns dos automóveis. E estranhavam ver alguém ali a desenhar.



Depois do aquecimento decidi desenhar o Cadillac V8 de 1962...


Já mais quente das mãos e com o corpo bem frio, experimentei uma brincadeira com um Ford que me chamou a atenção. Deu-me gozo desenhá-lo.


Ainda aproveitei para colorir um pouco os desenhos e mostrei aos organizadores o que eu andava a fazer.


Para o ano há mais. Uma boa iniciativa da Câmara do Barreiro e do Clube de Automóveis Antigos da Costa Azul.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Surpresas



Por vezes apanho algumas supresas quando termino um desenho e verifico que algo ficou estranho. Olho para este e os braços estão com vida própria. Apesar da inclinação do corpo, aquele braço esquerdo parece que sai do sofá.
E na altura a única dúvida era apenas com o braço direito. Surpresas que me surgem no final.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Vivemos momentos históricos

Vivemos por estes dias momentos históricos. O mundo parece um prédio onde os problemas são assunto de todos. Umas guerras, crises, quem paga mais ou tem dívidas. Havemos de lembrar estes dias como de grande incerteza e muito falatório sobre o mesmo tema. Já não se consegue ouvir mais um debate sobre TSU ou IMI. Tudo se pode discutir que ninguém sabe o futuro. Valem os argumentos mais fortes e todos nós vamos sabendo viver debaixo deste duche frio.


É estranho como se tudo apenas se focasse num assunto. De repente o futebol e a casa dos segredos passam a ter menos tempo de antena (ainda bem!), mas em troca as conversas são deprimentes.
Temos de olhar para o modo de encarar a vida de muito anos por parte dos brasileiros. Parecia que a crise e a corrupção não acabavam mais, mas há vida para se viver, música e literatura por saborear, clarear as ideias, exercício físico, simplificar a observação da Natureza.

Outro dia fiquei a observar uma lua cheia enorme que se fixou ao fundo de uma avenida onde passava nessa altura. Era bela e fez-me sentir bem. Uma imagem que está no céu desde que há Terra e no entanto há algo de belo e motivador naquela imagem.
Vamos tentar simplificar o nosso modo de vida e apreciar as coisas que nos surgem diáriamente e não costumamos reparar. E relaxando a cabeça assim, poderemos sentir que vivemos momentos de mudança.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Desenhos animados às 03h30

As crianças à medida que crescem passam por várias fases. Nesta altura a minha filha acorda-me pelas 3, 4 horas da manhã para ir ver desenhos animados. Ao ínicio ainda os colocava no DVD, mas logo via que ela adormecia no colchão ou no sofá. Passei a ir com ela para a sala e simplesmente deixava-a deitada sem ligar a televisão.


Assusta um pouco ao início, um vulto a puxar pelo braço na escuridão para saír da cama. Mas com o tempo passamos a estar mais de guarda, sonos mais leves e acordar de manhã como se fosse um avião sem radar.
De madrugada custa não cambalear pelo corredor, evitar alguns móveis e chegar à sala. Outro dia dei uma valente cabeçada na parede.
Felizmente que há noites mais calmas e simplesmente ela acorda-me às 06h30, a um sábado.

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