quinta-feira, 20 de junho de 2013

Festa da Arqueologia 2013


No dia 8 de Junho fui ver a Festa da Arqueologia no Museu do Carmo, Lisboa. Oportunidade para rever o espaço, as exposições e como era a festa que não tive oportunidade de ir em 2012.

Muito divulgação e jogos para os miúdos, achei muito gira e didáctica. Recriações de modos e usos primitivos, fotos de escavações, a arqueologia subaquática e de vários institutos que se dedicam a descobrir um pouco mais sobre a nossa história.



O espaço está bem escolhido para festejar 150 anos da associação dos arqueólogos, cheira a história por todo o lado e ao mesmo tempo estamos dentro de um convento bem diferente dos outros. Sempre presentes as marcas do grande terramoto, que segundo notícia que li hoje poderá repetir-se. Com a descoberta de uma fratura tectónica em formação não nos deixa muito descansados.


Ainda procurei fazer um pequeno desenho do espaço, mas não saíu bem. Achei piada o uso dos marcadores que estavam numa tenda para os miúdos pintarem. Ainda colori o desenho com eles.


terça-feira, 4 de junho de 2013

Feira do Livro de Lisboa

Mantendo a tradição de anos, visitei a 83ª Feira do Livro de Lisboa. Ainda bem que alteraram o período para o final de Maio, princípio de Junho como antes, porque o clima é bem melhor que em Abril. No ano passado ficou bem molhada.
Gosto como a feira se apresenta de ano de para ano, especialmente na ideia que funciona das 4 praças com apresentações e debates, com concertos e actividades ao longo dos dias. Ir à feira ver os livros é apenas um argumento para passar bem um final de tarde. Ainda se consegue fazer uns bons negócios, mas gosto do ambiente descontraído de ver as pessoas, um concerto e comer um gelado ou uma fartura.


Vi um pouco da actuação da Orquestra Geração com miúdos a tocar violinos e violoncelos. Alguns erros, mas conta para aprendizagem e eles tocam bem melhor do que eu.
Já voltei lá outro dia e gastei um pouco na compra de 4 livros de viagens da Tinta da China, uma das minhas editoras favoritas e ainda um novo livro da Quetzal, do escritor Geoff Dyer. Gostei logo do título "Yoga para as pessoas que não estão para fazer Yoga".
Ainda vi uma fila de pessoas à espera de um autógrafo do Miguel Sousa Tavares.
A iniciativa da Sagres é que não dá ao final do dia, fica frio demais para beber o novo refrigerante "Radler" com um pouquinho de cerveja. Já provei e parece sumo.
Até o Continente está presente com uma roulotte vintage a servir refeições e a vender livros no stand "Book it". O domínio vai sendo dos grandes, mas ainda há editoras que vale a pena como a Cotovia ou a Assírio & Alvim. Ainda dá para ir até ao 10 de Junho.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

7º Festival Islâmico de Mértola


 Terminou no domingo, mais um Festival Islâmico em Mértola. Um ambiente excelente que adoro e que não perco desde a 3ª edição. A paisagem é maravilhosa e é como uma viagem ao norte de àfrica e à herança árabe do sul do país.


Um desenho rápido num momento de descanso de um grupo que animou as ruas com música tradicional.

No sábado à noite um concerto psicadélico com Mad Sheer Khan e no domingo um concerto com o grupo de adufes de Proença-a-velha num espaço bem improvisado. Em 2015 há mais!

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Anestesia Geral


Em pleno Maio e neva na Serra! Só para não ficarmos logo ansiosos pelo verão e o calor. Há que ter calma, apanhar algum frio antes dos Santos Populares.
Na política continua mais do mesmo, estuda-se a estratégia partidária e esquece-se de planos para o futuro do país. Deve ser como Filosofia "Pensa no presente e não penses no passado e no futuro".
Os fins de semana passam-se com algumas cervejas, caracois e a meditar nas esplanadas. Não pensar em coisas sérias. Deve ser estratégia colocar tantos comentadores políticos nas televisões e deixarem-nos tão aborrecidos com os debates que nos anestesiamos do que é importante.
A uma semana da abertura da Feira do Livro de Lisboa, na apresentação de um livro de economia pelo Vítor Gaspar, um monte de gargalhadas perturbaram a sessão e humilharam um pouco o ministro das finanças. Imagino o que seria se tivesse a dar autógrafos no parque Eduardo VII. O livro poderá vender bem, o futuro de Portugal passa por ali. É questão de encontrar o modelo certo. Os portugueses é que improvisam e os modelos não encaixam.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Pedaços de viagem


Observo quem passa, como se conseguisse ler os seus pensamentos. Em plena travessia diária entre Lisboa e o Barreiro, capto alguns pedaços de viagem, especialmente ao fim do dia quando as pessoas estão mais descontraídas. De manhã prefiro ler um livro e adormecer com ele na mão, mas à tarde admiro a paisagem da cidade, a ondulação do Tejo e as pessoas que circulam no ferry.
Pequenos pormenores como os jogos nos telemóveis, as festas que se fazem no ecrân para passar algumas fotos, a pintura de unhas, o saborear de uma cerveja e a postura de quem vai de pé.
Hoje foi diferente, quando assisti a um exercício da marinha com 2 lanchas rápidas. Uma de cada vez fizeram um encosto no ferry durante uns segundos. Fizeram dos 2 lados do barco. Pude ver a expressão dos militares muito concentrados no trabalho e os passageiros a olharem para eles. Largaram o ferry e provavelmente fizeram o mesmo com o seguinte que seguia 5 minutos atrás.
São 20 minutos que dura a travessia, sempre com pedaços de viagem.

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