quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Festival Todos - "Kohlhaas" por Marco Baliani




No Festival Todos, a peça "Kohlhaas" pelo actor Marco Baliani, na sala do senado da Assembleia da República. Em italiano com tradução para português, fui seguindo o contexto da história e gostei muito de desenhar os gestos do actor sentado numa cadeira. Uma representação sobre a justiça e o poder numa sala simbólica.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Casa-Museu Júlio Pomar


Uma boa surpresa da minha parte que não tinha visto o programa do Festival Todos, com a presença do pintor Júlio Pomar para contar as histórias por detrás dos quadros na sua Casa-museu. Foi mais um excelente encontro para desenhar e trocar impressões. 
Fiquei impressionado com os trabalhos dos anos 40 e ao mesmo tempo a juventude nos quadros da selva amazónica feitos nos anos 90. Um exemplo.





quarta-feira, 11 de setembro de 2013

De volta das férias.


Este ano passei uns dias de férias em Porto Côvo. Já fazia 4 anos que não ia. Adoro aquela paisagem, as praias, o ambiente da costa vicentina. Reparei nos sinais que fazem parte dos trilhos dos caminhantes da paisagem protegida da costa vicentina. O tempo esteve bom, sem grandes ondas e a companhia da ilha do pessegueiro como paisagem da praia. A água esteve sempre um delícia.



segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Arqueologia na Rua da Vitória



Continuo a acompanhar diáriamente as obras na Baixa de Lisboa, na rua da Vitória. É sempre com muita curiosidade que vou espreitar os trabalhos de arqueologia que acompanham essas mesmas obras. Já tinha visto um pedaço de arruamento pré-terramoto e agora os trabalhos concentram-se em frente da igreja de S. Nicolau.


No meio do estaleiro, uma equipa da ERA escava e retira ossadas. Não sei se seria um antigo cemitério, se parte do entulho que ficou do terramoto de 1755. É interessante observar os trabalhos, o método de escavação.

Achei muito engraçado a conversa de 2 senhoras que fazem a limpeza da Igreja e um pouco chocadas com a descoberta de ossadas. Uma disse que o padre já tinha referido a possibilidade de isso acontecer e a outra afirmou que quando morrer quer ser enterrada na aldeia para que não andem a mexer nos ossos dela. Achava que não se devia fazer estes trabalhos. Que deviam ficar em paz. É sempre mais complicado explicar às pessoas o porquê destes trabalhos.


Ainda fiz uns exercícios de desenhar os movimentos da equipa de trabalho. Tudo muito rápido e colorido em casa. Vou continuar a acompanhar.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Hora de almoço



Hora de almoço, alguns colegas de férias. Aproveitei o facto de almoçar sozinho para desenhar perto do jardim do Torel. Na rua do Telhal passei por este edifício que se encontra abandonado. Sei que houve um incêndio há uns anos. 
Das escadas para o miradouro conseguia ver o topo do edifício. Um desafio desenhar os escombros do telhado e todo o cenário. O problema foi com a caneta que utilizei e que borrou toda a zona de sombras. Frustração!
No dia seguinte, passei por lá de novo para fazer mais um "retrato" daquele edifício. Ainda gostei mais do desenho dos escombros. Curioso, como sai inspiração das cinzas de um telhado. Com isto, passei 3 dias de horas de almoço que me deram muito gozo. Ainda fiz mais um que ainda vou colorir.


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