terça-feira, 17 de junho de 2014

Frustração no Mundial


Na segunda-feira, tudo parado a ver o jogo entre Portugal e a Alemanha para o Campeonato do Mundo de Futebol. Esplanadas cheias em frente aos televisores. Vi um pouco da 2ª parte no Terreiro do Paço, quando Portugal já perdia por 3 e com apenas 10 em campo. Frustração geral. Até as raparigas da claque estavam de braços caídos a ver o massacre.
Claro que no fim do jogo surgem logo os protestos contra o árbitro, o calor, a hora...
Apenas tenho uma questão sobre a escolha da base de treinos escolhida - Campinas, no sul do Brasil e os jogos são no Norte. Implicam diversas viagens de avião e mudança de clima para humidades elevadas. Os alemães escolheram bem em ficar em Salvador, tendo mais uma semana de adaptação ao calor.
Claro que são estratégias, mas fazem parte deste jogo que emociona pessoas em todo o mundo e faz vender muitas cerveja. Veremos como corre o próximo jogo com os EUA.
Por enquanto os países ibéricos estão a sofrer com os do norte da Europa, mas os espanhois ainda têm uma coroação do novo rei para quinta-feira. Nós temos um piquenique na Avenida da Liberdade em Lisboa.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

"De pernas para o ar"


Desenhos do espectáculo "De pernas para o ar" do grupo Dançarte, domingo passado no Auditório Augusto Cabrita do Barreiro.
Especialmente para crianças a partir dos 3 anos, foi giro ver a interpretação de uma bailarina e um bailarino sobre os sonhos, os desejos de todos nós. A Arte, a criatividade, o olhar para o outro, comprendê-lo e ser tolerante com as diferenças.
No fim uma sessão de perguntas e é sempre espantoso ver a alegria dos miúdos e as suas questões.
Ficam entusiasmados com a música, o bailado e efeitos com luzes. Depressa esquecem, mas fica sempre alguma coisa na memória.
E o gosto pela Arte vai aumentando.
E a capacidade de opinar e questionar. 
Manter a curiosidade sempre.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Encontrar antigos colegas de escola nas redes sociais


Há uns meses atrás pedi permissão para entrar num grupo fechado, no facebook, da minha antiga escola secundária. Ontem fui lá espreitar quem por lá passa e ver se via antigos colegas de há uns 25 anos.
Bem me esforcei para me lembrar de nomes, especialmente dos apelidos. Como na altura não sabíamos os apelidos, acabo por andar a ver se reconheço pelas fotos. Claro que passados estes anos, é mesmo muito difícil. Pelos textos lá iam perguntando pelas turmas dos 7º e 8º anos. Nem do número da turma me lembro. Torna-se muito frustrante andar a pesquisar o nosso passado escolar sem referências, mas também cheguei à conclusão que não preciso de pesquisar. Porquê rever antigas caras com interesses completamente diferentes?

Uma coisa é acompanhar antigos colegas até à faculdade ou morarem na mesma zona, porque aí ainda mantemos contacto ou pelo menos temos uma memória mais fresca, como sejam os apelidos. Mesmo quando encontramos uma cara que reconhecemos da altura vamos sempre achar que está mais gordo e mais velho. Claro que está - passaram anos e já não somos miúdos.
Até a minha escola foi toda reconstruída recentemente e ficou completamente diferente dos pavilhões que eu vi nascer nos anos de 1986 ou 1987. Basta-me ir reconhecendo antigos colegas da faculdade, que aí já vemos o caminho que cada um seguiu. Neste caso também pode ser frustrante para quem acha que tem uma vida rotineira e a do outro parecer excitante.

Fiz os desenhos numa festa de aniversário de família com os miúdos sempre a correrem e a brincarem. Um desafio passar os movimentos para o diário-gráfico.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Este ano concorri nas sardinhas de Lisboa


E saíram os resultados do concurso das sardinhas de Lisboa 2014. Gostei muito de algumas e outras deixam-me na dúvida, mas tem a ver com o gosto de cada um.
Fiquei surpreendido com os números do concurso - cerca de 8000 sardinhas entregues, de umas 5000 pessoas e de vários países.


Este ano resolvi participar e gostei muito desde o nascimento da ideia, dos vários desenhos que foram nascendo até chegar ao desenho final. Não esperava que desse tanto trabalho, mas quis apresentar uma com as técnicas tradicionais de grafite, marcador e aguarelas. Fico sempre na dúvida quando vejo trabalhos em formato digital quase perfeitos entre os vencedores, mas penso que o mais importante é a ideia ou a história por detrás do desenho. E esta nasceu-me de andar pelas ruas de Lisboa.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Também quero ser turista


Turistas. Lisboa está cheia de turistas. Quando saio do escritório, passo por eles de calções e t-shirt e eu ainda de casaco e sapatos. São assediados nas ruas pelos empregados de restaurantes para uma refeição. Percebem logo qual a nacionalidade de cada grupo e a eles se dirigem na sua língua. Outro dia vi um deles a falar em japonês para um casal. Incrível como adquirem as frases específicas em várias línguas.

Outro aspecto que não me habituo é ver turistas a jantarem às 17h30, seja peixe grelhado, macarrão ou polvo cozido. São hábitos bem diferentes dos nossos, quando ainda levo ainda o lanche no estômago.
Dão sobretudo um colorido às ruas, nas roupas, na linguagem e na côr de pele camarão de alguns deles. Imagino sempre a figura que faço quando visito outros países e acabo por comer nos pontos mais turísticos. E penso nas refeições típicas do país, quando vejo as nossas típicas que são servidas cá. É igual em todo o lado.
Quando os vejo, apetece estar no lugar deles e sentir-me turista também.

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