terça-feira, 7 de outubro de 2014

Pausa de almoço sem chuva


Hoje à hora de almoço aproveitei para subir de novo a colina de Santana e na Rua da Esperança do Cardal apanhei esta imagem. Minutos antes, uma rapariga tinha estado a fumar nesta varanda e também a apreciar uma paisagem que para ela é diária.
De volta ao escritório, colori com canetas flurescentes, como tenho visto nos trabalhos do Richard Câmara.
Amanhã veremos como está o tempo. Se chover muito, estas ruelas da colina vão parecer rios com a àgua a chegar com força à Avenida da Liberdade e à Baixa. Atento aos avisos.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Feira Medieval de Palmela


No passado domingo, o dia esteve solarengo e fomos ver a Feira Medieval no castelo de Palmela. Sempre um ambiente diferente, onde nos apetece beber um licor de bruxa ou um pão com chouriço dos frades. 

É engraçado como naquele ambiente nos apetece consumir e comprar uma espada ou um dragão em miniatura. Como se quiséssemos levar mesmo um bocado daquela boa disposição. Achei piada a uma barraca que vendia uma sangria de ginja num corno de barro. O corno tinha umas palhinhas e dava para pendurar ao pescoço. Muita gente andava com o corno ao peito. Fiquei a pensar que o homem não vende sangrias mas cornos. Qualquer pessoa podia beber num copo de plástico, mas não há nada melhor que bebê-la num corno. 
E é assim que se vende nas festas medievais. Não trouxe corno, mas soube-me bem um bolo do caco com chouriço e manteiga de alho.


E não podia faltar a animação de um cortejo e de um torneio. Sempre engraçado de ver, mas já estava um pouco cansado. A minha filha insistiu em ver os cavalos do torneio e ficámos até ao fim. Ainda deu para testar a rapidez no traço e conseguir captar os personagens do torneio. O colorido foi feito em casa.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Encontro Urban Sketchers (A) Riscar o Património


Apesar de alguma chuva foi uma boa participação e tínhamos sempre a hipótese de nos abrigarmos nas Igrejas. Gostei muito desta iniciativa em simultâneo por diversas cidades. Ainda hoje estive a ver a reportagem de Ponta Delgada e é fascinante ver tanta participação. É fabuloso ver como o desenho reúne cada vez mais pessoas.

Fui logo directamente ao Largo da Misericórdia e captei a Igreja de S. Roque. A exposição lá dentro é também fascinante sobre a história da Misericórdia.


Descemos ao Rossio para ir ao Largo de S. Domingos e já não passei pelos Restauradores para ver os resultados do Encontro. Apanhei um pouco do ambiente multi-étnico do Largo e desenhei um pedaço da bela e surrealista Igreja de S. Domingos, em plena missa. Cada vez melhores estes encontros!



(A)Riscar o Património/Heritage Sketching é uma iniciativa da DGPC – Direcção-Geral do Património Cultural, com apoio dos Urban Sketchers Portugal, integrada nas Jornadas Europeias do Património, a decorrer em todo o país, nos dias 26, 27 e 28 de Setembro de 2014.

O resultado desta iniciativa pode ser vista neste  blog.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Um Pátio na Rua do Carrião


Mais um desenho feito na rua do Carrião em Lisboa. Um edifício que se encontra em recuperação e uma porta aberta para um pátio cor-de-rosa. Desenhei a porta ao fundo do pátio e saíu-me mal o fecho do arco ogival. Estava mesmo com curiosidade para ver a casa em obras da qual só via um arco lindíssimo em pedra, através de uma janela de grades. Há decorações maravilhosas que aproveitam muito bem os materiais mais antigos e ficam umas pérolas escondidas nas ruelas desta cidade. Colori mais tarde de memória.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Arqueologia na Baixa de Lisboa IV


Recomeçaram as escavações no antigo convento Corpus Christi, na Baixa de Lisboa. Numa antiga loja de electricidade tenho acompanhado o trabalho de uma equipa de arqueólogos da empresa Empatia.
Há muita terra a ser retirada e começam-se a ver as fundações dos edifícios antigos, algumas ossadas e um cruzar de várias épocas que só os técnicos conseguem entender.
Pergunto se os muros ficam ou são retirados. Tem a ver com a relevância dos achados e da entidade que regula estas investigações em Portugal. 

Fiquei a saber que há actividades sobre arqueologia para os mais pequenos e que procuram sensibilizar as crianças e os pais para a importância destes trabalhos que para muita gente é apenas uma perda de tempo nas obras, mas que se trata do nosso passado.

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