sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Na Rua do Passadiço em Lisboa


Na passada quarta-feira, numa pausa de almoço, passei pela rua do passadiço e encontrei este edifício devoluto à esquina com as marcas do tempo e um cacto lindo na varanda.
Colori hoje na pausa do almoço. Enquanto não chover a sério vai dando para fazer uns bonecos nesta cidade.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Último andar na Rua do Carrião


Uma pausa depois de almoçar deu para admirar o conjunto dos vasos com plantas e os andaimes no n.º 3 da Rua do Carrião, em Lisboa. Optei por desenhar o último andar e durante uns 20m fiquei de pescoço esticado para quem passava. 
Logo no começo, uma senhora saíu deste edíficio ao telemóvel. Viu-me e achou estranho. Foi descendo a rua a conversar e olhar para trás. Não sabia o que fazer para dar confiança de que não era algum fiscal, mas apenas desenhava. No fim ainda vi os operários a descerem dos andaimes, mas esses nem me ligaram.
Colori o desenho mais tarde.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Festival BD da Amadora 2014

No sábado passado fui ao festival internacional de BD da Amadora que decorre entre 24 de Outubro e 9 de Novembro.
Estive alguns anos se o ver, mas consegui ir sempre nos últimos 3 anos.
Além das exposições de homenagem ao Batman (75 anos) e da Mafalda (50 anos), o próprio festival está a comemorar 25 edições. Por isso escolheram a desenhadora Joana Afonso para ilustrar o cartaz deste ano. É a primeira mulher a fazer o cartaz e tem a idade do festival.

Assisti ao começo da intervenção da Joana Afonso e do argumentista André Oliveira sobre os livros "Living will" que estão a ser publicados. Aproveitei para os desenhar e mostrei-lhes o desenho na sessão de autógrafos.


O primeiro-ministro não faltou ao festival e surge num cartoon da exposição do Henrique Monteiro


A Joana Afonso tem uma exposição sobre os seus trabalhos e também sobre o livro "O Baile" que ganhou o prémio de melhor album em 2013, neste festival.


Enquanto esperava o autógrafo da Joana Afonso e do Nuno Duarte, no livro "O Baile", desenhei o ambiente e as pessoas que estavam à minha frente. Algumas aproveitavam o tempo para ler. Um ambiente descontraído com o tradicional cheiro das pipocas ali bem perto.



























Comprei o livro "Cidade Suspensa" do Penim Loureiro que me autografou o livro e desenhou. Mostrei-lhe o diário-gráfico e conversámos um pouco sobre os urban-sketchers e livros de BD.



quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Joelhos nas costas


Ontem reparei em alguém que ia a jogar no tablet com as pernas nas costas da cadeira do passageiro da frente. A posição era cómoda para jogar sem ter de segurar no aparelho, mas imagino o que a pessoa da frente devia sentir nas costas.
Se todos nos puséssmos confortáveis nos transportes ou no cinema, haveria porrada de meia-noite. Ninguém gosta de ser incomodado na sua esfera individual e sentir o encosto de alguém estranho em nós é uma sensação de invasão.
Outro dia tinha um tipo a adormecer ao meu lado. Abriu as pernas e continuou a abrir até quase encostar na minha perna. Resolvi encostar a perna à dele e deu logo um saltinho e fechou as pernas. Não encostou mais. Há uns anos apanhei outro a adormecer no meu ombro, em pleno autocarro da Carris e foi só dar um toque de ombro e adormeceu para o outro lado.
Tenho lido notícias que nos aviões a situação chega a ser de polícia com o espaço já de si pequeno a ficar mais claustrofóbico quando o passageiro da frente de lembra de baixar a cadeira nas pernas do vizinho de trás. A solução só pode estar em fazer aviões com mais espaço, senão teremos sempre paragens forçadas.  

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

A importância dos sacos de plástico


Próximo fim de semana vamos ter umas temperaturas dignas de Junho. Mantemos uma humidade que parece o extremo oriente. Parece-nos que o tempo está sempre estranho, não nos lembramos das chuvadas ou secas e depois ficamos surpreendidos.
A Meteorologia tem muitas variáveis que mostram que a Terra está em movimento e bem viva, mas há fenómenos que já têm mão do Homem.
Esta semana fiquei a saber que os sacos de plástico vão passar a ser pagos para diminuir o lixo que é produzido, especialmente no Oceano. A maior poluição é de plásticos. Acho a medida excelente, teremos que nos adaptar um pouco. Assim, passamos a levar sacos de lona ou outros materiais mais duráveis. A questão põem-se em pequenos detalhes. Nas frutarias levaremos a fruta toda misturada para pesar no fim? Se calhar as balanças voltam a ter de novo uma espécie de alguidar para pesar a fruta solta. Sem sacos de plástico, os donos dos cães passam a apanhar o cócó com sacos pagos? Ou optam por usar papel ou cartão. É uma solução. É tudo uma questão de adaptação.
Ao início vai ser engraçado. Mas no fim todos iremos ganhar, todos neste pequeno planeta.

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