sexta-feira, 6 de março de 2015
segunda-feira, 2 de março de 2015
Mário Viegas "O sonho ao poder"

Hoje passei pelo Auditório Augusto Cabrita, no Barreiro e assisti à inauguração da Exposição sobre Mário Viegas. Muito agradável de se ver, complementa com audio e vídeo em tablets que podemos ver e ouvir.
Assisti em pequeno a leitura de textos na televisão, por este grande ator e recitador, mas com aquela idade não cheguei a reconhecer o talento ou a compreensão dos textos. Está na altura de pesquisar mais sobre este personagem único e o testemunho que deixou.
Quis desenhar um dos retratos do Mário Viegas e gostei deste onde surge com duas cabeças de fantoche. Começou por aí pelos 4 anos.
domingo, 1 de março de 2015
Demolição em plena Avenida

Em plena Avenida de Liberdade, em Lisboa, perto do cinema S. Jorge procede-se à demolição de um edifício que já foi café-restaurante e outros adjacentes que estão virados para uma rua atrás. Já tinha visto as entranhas dos edifícios outro dia, mas hoje na pausa de almoço, fui desenhá-los.
Ainda estava no início quando um americano me perguntou se eram edifícios com importância histórica. Contei-lho do que conhecia e que se tratavam de prédios devolutos muito degradados. E que se a Câmara tinha dado autorização, em princípio estava tudo ok para avançar com a demolição.
Junto a estas obras há sempre uns "engenheiros" mais velhos a observarem e a dizerem algo sobre a contrução. Este americano era mesmo engenheiro e estava a gostar de ver as entranhas dos prédios. Eu disse-lhe que era esse o motivo pelo qual estava a desenhar.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Lentos e apressados
Todos os dias quando o ferry atraca, seja em Lisboa ou no Barreiro, há sempre pressa em saír. As duas saídas acumulam passageiros mesmo antes de estar completamente atracado. Aguardamos a chegada do marinheiro que abre a porta e se prepara para passar o cabo ao marinheiro de terra. São momentos que antecipam um sprint até ao autocarro ou ao metro.
A questão coloca-se quando há ciclistas, carrinhos de bébé, pessoas de canadianas ou mais idosas. São obstáculos para quem quer via livre para correr. Ontem ao final do dia, à chegada ao Barreiro, reparei num senhor que estava junto à porta, muito idoso e de canadiana. Comecei a ouvir uns zumzuns e percebi que um senhor de cabelo grisalho já reclamava com o idoso estar ali à porta em vez de esperar que todos saíssem. Na saída, fiquei ao pé do senhor grisalho que gritava com o mais idoso que com dificuldade abrandou a saída dos restantes passageiros. Abrandei para o grisalho se atravessar à minha frente e ainda levou um empurrão de uma senhora que quase fez o senhor caír em pleno cais. Reclamaram os dois. O mais idoso acabava agora de saír do barco e só vi o grisalho a correr para o autocarro ou pela dignidade perdida.
Todos os dias vejo casos parecidos. A pressa é relativa, mas é melhor para quem é mais lento, saír após o "tsunami" de apressados. Já vi um casal mais idoso e com dificuldade a andar e a barrar toda a saída de passageiros. Se são logo ultrapassados na subida do cais, porque tentam saír em primeiro?
E também não concordo com a atitude do senhor grisalho. Ele esteve tentado em empurrar o mais velho. Podemos andar stressados, mas tem de haver civismo.
Lembrei-me das malas-trolley. Já tropecei tantas vezes nelas que não entendo porque insistem em andar com elas a arrastar no meio de uma multidão com pressa.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
Photoshop - 25 anos de muita criatividade
Vi a notícia no jornal Observador que o software photoshop faz 25 anos de existência. Qualquer foto que surge em jornais ou revistas não sai sem levar um retoque informático. O que é realidade e o que é fantasia? Começa a ser tão absurdo que fico a olhar para algumas fotos de actrizes conhecidas e olhos ou a pele não parecem nada reais. Qualquer dia mais vale colocar um desenho em vez da fotografia.
Há sites com fotos de erros do photoshop em que vemos o quanto o técnico devia estar a pensar noutra coisa quando fez os tais retoques. E muitas dessas fotos são publicadas em folhetos publicitários, mas felizmente só olhamos para os preços e não para um braço longo demais à volta de um televisor ou a voar sobre um sofá.
Pior mesmo só operações plásticas que correm mal. Essas são permantentes, não prejudicam a venda de uma revista mas apenas os sustos que a vítima apanha quando olha ao espelho.
Se houvesse photoshop em 1969, muito mais pessoas não acreditariam que o Homem havia chegado à Lua. Resta-nos um futuro de habituação e de incredibilidade à maior parte das coisas que vemos e lemos.
Parabéns Photoshop.
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