segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Amadora BD 2016


Não falhando uma tradição, fui ao Festival Amadora BD. Este ano tinha um sabor diferente porque tinha concorrido para o prémio de BD. O tema era sobre os 50 anos da Ponte 25 de Abril. O tempo foi pouco para criar uma estória em 4 pranchas, mas não desisti do desafio. Deu gozo fazer e quero continuar.
A primeira prancha aqui:

No site bandasdesenhadas.com pode-se ver uma foto com a minha BD exposta no Festival - Aqui.

O Festival manteve a sessão de autógrafos no piso 0 e acho que é mesmo a melhor opção, tendo as bancas de vendas à volta. Gosto do ambiente, do espaço das crianças (ainda desenhei o mais pequeno) e das exposições (o outro desenho que fiz eram 2 raparigas, uma delas lia uns trechos de uma história no telemóvel para a outra).
Gostei muito da exposição do livro "Volta" com todo o processo de criação do livro, desde a troca de e-mails entre argumentista e desenhador, até aos estudos e pranchas finais. Para o ano há mais! 

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Transformação Digital


A poucos dias da Web Summit em Lisboa, os temas das Start Up's e a Transformação Digital circulam em todos os meios. Muita informação e muita dificuldade em perceber o quadro completo.
No passado dia 27 de Outubro fui a uma palestra do software Primavera sobre Transformação Digital, no pequeno auditório do CCB.
À primeira impressão parece que estamos umas horas a ouvir jargão digital, mas por detrás das palavras e das frases há mesmo uma mudança de mentalidade, de perceber como funcionam e vão funcionar as empresas/sociedade. São mudanças que são rápidas e não as sentimos. Quando olhamos para o smartphone, a mudança está lá e nem nos apercebemos de tanto que já mudámos.

A conferência foi agradável, especialmente na palestra do João Tedim, estratega da Microsoft, com exemplos e questões que nos fazem abrir um pouco a cabeça. São questões importantes sobre mudança e o que queremos mudar. Ter ideias não nada fácil e mudar comportamentos de empresas inteiras é quase impossível, mas está em nós o princípio da mudança.

Vi pouca gente a escrever anotações nas folhas que nos deram e muitos passavam o tempo a consultar o FB, os e-mails ou notícias. Se não interiorizamos bem as palavras, tudo nos parece chato e sem grandes novidades. Apercebi-me que se calhar o mais difícil não é mudar de gadgets, mas pensar de forma diferente e atenta à realidade.

Os desenhos dos oradores ajudaram-me na concentração e também na planificação dos temas e suas interligações. O desenho está presente em toda a nossa vida.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Chegou o dia da Inauguração



No passado sábado 15, foi inaugurada a exposição resultante do workshop de desenho "Diário-gráfico na Horta" realizado em 30 Abril. Os desenhos ficaram integrados em conjunto com algumas fotos em paineis onde se divide a temática da importância das hortas comunitárias, a apanha da ervilha e o colorido dos diversos legumes.


Em complemento da exposição, alguns dos meus cadernos estão expostos numa vitrine assim como alguns dos materiais usados pelos Urban Sketchers noutra vitrine. Gostei de ver o arranjo com os legumes num carrinho de mão exposto  junto aos paineis.


Alguns dos formandos apareceram para apreciar o conjunto dos desenhos e fotos, assim como as pessoas que diáriamente trabalham nas hortas e quiseram ver as suas parcelas vistas por outros olhares. Ainda tivémos o privilégio de assistir à apresentação do grupo de dançarinos "Os pacificadores" do Centro Social O Bom Samaritano, de Alhos Vedros, Moita, com passos de Semba e depois uma dança tradicional Angolana. Consegui fazer uns traços nesse momento. 


Mostrei no final o resultado e gostaram muito. Para quem estiver interessado há um workshop no próximo dia 29 de Outubro. Para aprender a dançar como eles. 




quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Exposição Diário Gráfico na Horta

Resultado do workshop Diário Gráfico na Horta, no passado dia 30 de Abril, a exposição irá abrir no próximo dia 15 de outubro pelas 18:00h, na Biblioteca Municipal do Vale da Amoreira, com uma breve apresentação, beberete e momento de animação com atuação de um grupo de danças de Angola. Apareçam.


segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Feira Quinhentista


Sábado fui conhecer a Feira Quinhentista de Coina. O foral da vila faz 500 anos e sempre uma oportunidade de recriar o ambiente histórico e ao mesmo tempo apresentar mais um evento que garanta uma boa distração para as populações. 
Sabia que a localidade teve importância histórica, mas fiquei a conhecer um pouco mais de uma terra que hoje conhecemos de passagem para quem vai ou vem do Barreiro.
Por ser o primeiro ano há sempre apontamentos para rectificar. O espaço da feira e o estacionamento são excelentes, mas falta um castelinho, tal como me dizia uma das tendeiras com quem falei e que havia feito a feira de Palmela na semana anterior. 
Fui de tarde e estava pouca gente e pouca animação, mas sei que são feiras que vivem mais dos visistantes à hora do jantar. Deu para assistir a uma luta de espadas. A minha filha estranhou aparecer uma mulher metida no grupo. Desenhei-a e ao Mestre. No fim mostrei-lhe e achou engraçada a observação da minha filha. "Lá em casa temos de nos defender". Mulher de Armas! Gostei e espero que seja melhor para o ano. Se fizerem.

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