segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Terreiro do Paço - Barreiro


No passado dia 25/01/2017 um acidente com um dos ferrys que faz a travessia Lisboa-Barreiro, numa manhã de muito nevoeiro, enviou o "Antero de Quental" (os ferries têm todos nomes de escritores) para o estaleiro e assim ficámos com menos um operacional. Tenho apanhado em alguns horários barcos mais pequenos que normalmente fazem a travessia entre o Seixal e Lisboa. Estes apenas levam cerca de 200 passageiros em relação aos maiores que têm uma capacidade de 600. Neste dia não arranjei lugar, mas aproveitei para desenhar o ambiente. A rapariga de frente topou o que eu estava a fazer, mas não se mexeu. Talvez do cansaço do dia.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Para lá e para cá. No Tejo.


Num dia em que a carreira das 09h00 foi efectuada por um barco do Seixal (Transtejo) para a travessia Barreiro-Lisboa, a passageira à minha frente agarrava as malas por causa do balanço da ondulação em pleno Tejo. 


No barco das 18h20, vindo de Lisboa, uma senhora tricotava e restantes passageiros agarrados ao telemóvel. O desenhador presente nos 2 desenhos - apeteceu aparecer. Com este desenho terminei mais um caderno (A6 - Canson Artbook one).

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Jardineiros na Avenida da Liberdade



Hora de almoço, um passeio pela Avenida da Liberdade. Vi 2 jardineiros a plantarem flores nos canteiros. Fiquei a desenhar e no fim mostrei-lhes o desenho. Fiquei a falar com o chefe de equipa que está a dar formação aos mais novos. Explicou-me como se alinham as flores conforme o formato do canteiro e do problema do bicho da palmeira. As flores (cyclamen persicum) devem aguentar até Maio. São vermelhas e ajustam-se bem às cores desta Quadra. 
Um Bom Natal para todos! E desenhos na consoada.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Dorme-se no balançar do barco


Há dias em que é dificil manter a leitura de um livro. O balançar do barco na ondulação do Tejo embala-nos num sono curto e profundo. E fico de livro aberto e cabeça caída a dormir. Por isso pego no caderno de desenho e capto as outras sonolências que são embalados nesta Travessia.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

O miúdo dos cromos


A semana passada, no Metro, reparei num miúdo com a avó. Tinha nas mãos os cromos de jogadores de futebol. Explicava à avó quem eram e os que já tinha repetidos. Penso que ela não deve estar a par das novas aquisições dos clubes da Liga principal portuguesa, mas ia comentando com o neto. Ele muito entusiasmado com as figuras e eu aproveitei para desenhar o conjunto familiar. Uma ligação geracional que é necessário fortalecer.

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