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segunda-feira, 21 de julho de 2014

FMM 2014 - Sines e Porto Côvo

Este fim de semana começou a edição de 2014 do Festival de Músicas do Mundo de Sines. Este ano abria com concertos no Porto Côvo, em pleno largo do Marquês. Aproveitei para acampar perto da praia da ilha do pessegueiro e ver alguns concertos.




No sábado choviscou e aproveitei para passear em Sines e ver os preparativos deste festival que acompanho à anos com alguns intervalos. Ao final do dia pude assistir aos espectáculos já com noite de céu limpo. A praia no domingo já estava uma delícia.


No almoço desenhei um pouco enquanto esperava uma raia frita e um bacalhau assado. É bom voltar aos lugares onde nos sentimos bem. Gosto muito do Côvo.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Colagem Ipsílon


No sábado passado, enquanto lia o suplemento do Público "Ipsílon", reparei que ando mesmo afastado do mundo da música. Com a temporada de festivais de verão, nomes que passam na publicidade e que muito poucos conheço. Achei piada às fotos desses grupos nos artigos do jornal. A postura, as caras, as expressões.

Lembrei-me de fazer um apanhado de quase todas as caras e personagens que encontrei o suplemento e resolvi fazer uma colagem. Mais de metade não os conheço e não coloquei os mais conhecidos no papel. Gostei do conjunto e ocupou-me o tempo da "siesta" no domingo.
Gosto de ver o esforço dos grupos de músicos a tentarem ter uma postura de grupo que mais ninguém faz igual. E adorei ver as cenas do colectivo de teatro. As expressões fortes em plena cena e que apelavam a alguma criatividade com a tesoura e o tubo de cola.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Um sorriso e uma voz

Fico em casa à pesquisa na Net enquanto o céu lá fora está cinzento e as notícias avisam-nos de mau tempo e alertas amarelos em alguns distritos. Fico a ouvir a entrevista do Carlos Vaz Marques na TSF com uma cantora basca que resolveu arriscar no Fado, cantado em espanhol. Romper tabus, mexer com a tradição e experimentar. Agrada-me a entrevista de Maria Berasarte cuja mãe galega a espicaçou para cantar a música tradicional portuguesa.

Procuro por imagens, entrevistas e reparo naquele sorriso que concilio com a sua maneira de falar, em português com sotaque. Simpatia, amor por Portugal e Espanha e uma paixão pelo Fado por influência dos pais. Acho que irei arriscar na compra do CD de estreia "Todas las horas son viejas" e ouvir esta voz, que me fez companhia numa tarde de vento e chuva.
Se para os espanhóis, nós somos hermanos, porque será que para os portugueses, eles são apenas nossos vizinhos? Gosto destas fusões que vão surgindo, em especial, na cultura. O que vou dizer, muitos portugueses não concordam, mas andamos há muito separados. Não sendo necessário uma união formal, mas apenas deixarmos de estarmos as costas. O passado está lá atrás não podemos andar a arrastar questões de invasões e escaramuças. As pessoas que têm irmãos também andam à porrada quando são miúdos e depois se apoiam e ajudam em adultos.
Quanto a mim, a Maria Berasarte ganhou um fã. A ver se todos nós nos conhecemos melhor e o que podemos contribuir para que isso aconteça. Afinal, as línguas são parecidas e não precisamos de esperar até 2018, para apenas realizar um campeonato do mundo de futebol em conjunto.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Flauta de Rão

Saiu mais um álbum do Rão Kyao. Vi-o numa entrevista do programa "Bairro Alto" na RTP2 e procurei por temas antigos na Net. Coloquei este, porque me lembro do teledisco (ainda se chama assim?) e no final dos anos 80 era muito à frente. As imagens do flautista a pensar que estava em forma e o puxar do exotismo da Índia. Aqui é natural, porque o tema é de semente indiana.

Gosto do tema. Evoca as viagens e o Oriente. Gosto muito mais de um tema desta altura chamado "Travessia" que também se enquadra muito bem numa banda sonora de viagens.

Sobre o novo álbum é o regresso ao êxito que teve com Fado bailado, na altura em saxofone. Tocar clássicos do fado em flauta fica muito bem, mas está no fio de se tornar música de elevador. Com sensibilidade e experiência, o Rão deve conseguir apresentar um bom trabalho.

sábado, 14 de março de 2009

Saltar à corda

Faz tempo que não saltava à corda. Outro dia, enquanto trabalhava ao computador, coloquei este vídeo do Yves Larock "Rise up", o grande sucesso de 2007/08 e deu-me uma vontade enorme de saltar à corda. Tenho uma corda que já tinha comprado há uns tempos, naquelas compras desportivas de impulso e que ficam à espera de vontade em casa. Assim, comecei a experimentar saltar, coisa que já não fazia desde a preparatória ou por esses anos. Não é fácil começar, mas a vontade vai aparecendo com os primeiros saltos bons. A sensação de calor e boa disposição em conjunto com uma música ritmada, como esta, produzem um momento de alegria, inspiração e... transpiração, que isto faz aquecer os músculos. Já peguei de novo o bichinho e por estes dias vou treinando os saltos. Deixo a sugestão para todos e para estes dias de sol e calor. Não me canso de ver o teledisco.

sábado, 15 de novembro de 2008

Aguaviva - Los poetas andaluces de ahora



"Los poetas andaluces de ahora" é uma música que ouvia na rádio, na Antena 1 e que achava diferente. Primeiro porque em Portugal, não passam muita música espanhola e depois por ter um texto muito poético. Descobri que esta canção é cantada por um grupo de grande sucesso dos anos 70, os Aguaviva. Não sei se era a moda dos grupos grandes, como tivémos a Brigada Victor Jara, mas mantiveram-se, com algumas alterações, numa formação que funcionou e ainda funciona ao longo de quase 40 anos. Deixo a letra da canção:
Qué cantan los poetas andaluces de ahora?
Qué miran los poetas andaluces de ahora?
Qué sienten los poetas andaluces de ahora?
Cantan con voz de hombrepero, dónde los hombres?
Con ojos de hombre miranpero, dónde los hombres?
Con pecho de hombre sientenpero, dónde los hombres?
Cantan, y cuando cantan parece que están solosMiran,
y cuando miran parece que están solosSienten,
y cuando sienten parece que están solos
Qué cantan los poetas, poetas andaluces de ahora?
Qué miran los poetas, poetas andaluces de ahora?
Qué sienten los poetas, poetas andaluces de ahora?
Y cuando cantan, parece que están solos
Y cuando miran , parece que están solos
Y cuando sienten, parece que están solos
Y cuando cantan, parece que están solos
Y cuando miran , parece que están solos
Y cuando sienten, parece que están solos
Pero, dónde los hombres?
Es que ya Andalucía se ha quedado sin nadie?
Es que acaso en los montes andaluces no hay nadie?
Que en los campos y mares andaluces no hay nadie?
No habrá ya quien responda a la voz del poeta,
Quien mire al corazón sin muro del poeta?
Tantas cosas han muerto, que no hay más que el poeta
Cantad alto, oireis que oyen otros oidos
Mirad alto, vereis que miran otros ojos
Latid alto, sabreis que palpita otra sangre
No es más hondo el poeta en su oscuro subsuelo encerrado
Su canto asciende a más profundo, cuando abierto en el aireya es de todos los hombres
Y ya tu canto es de todos los hombres
Y ya tu canto es de todos los hombres
Y ya tu canto es de todos los hombres
Y ya tu canto es de todos los hombres (bis)
Autor: Rafael Alberti

segunda-feira, 21 de julho de 2008

10 anos de música do mundo em Sines

Assisti na sexta passada e no sábado, a excelentes concertos deste grande festival que agora comemora a primeira década de existência. Os dois dias de concertos foram dados num palco em Porto Côvo, com um espaço excelente e com tudo à mão. Os concertos de sexta com os Naifa, a cantora cabo-verdiana Hermínia e os Hazmat Modine, foram bons, mas no sábado foram excelentes com uma grande banda, os Flat Earth Society meets Jimi Tenor, que tocaram misturas de diferentes géneros musicais. Muito bem coordenados, os metais e com um instrumento curioso electrónico tocado com uma ventoinha, que fazia um som de outra dimensão.
A seguir vieram The Last Poets, com a poesia do hip-hop. Uma banda com 40 anos e com muita história para contar. Os ritmos que mantinham as letras com dinamismo, força da palavra e da mensagem. Para ficar colado na memória.
Ainda tocaram os Bottari com o saxofonista Enzo Avitabile. Os Bottari são percussionistas italianos que tocam em barris, uma tradição medieval. O Enzo puxou sempre pelo público e ainda apareceu no meio dele para um solo de sax. Sempre a pular e a dançar. Ele bem puxava pelo público em italiano, em francês e em inglês. E depois não queriam que ele se fosse embora. Ainda tocava às 02h30...
Parabéns Sines e Feliz Aniversário. Sempre a melhorar... E vale a pena trazer um CD por 2 euros com músicas das bandas e cantores que lá passarão por Sines esta semana.

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