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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

BUZZ BUZZ

Nasceu mais uma rede social. Esta é do Google para enfrentar o Facebook. Hoje ao final do dia, quando ia ver os mails no Gmail, levei logo com o BUZZ. De acordo com o jornal i o Gmail vai dar lugar ao Google Buzz e assim, obrigatóriamente já estamos inseridos em mais uma rede social. Vamos poder saber onde estão geográficamente os nossos seguidores e eles a nós. O mundo está a ficar pequeno.
Tem sido uma competição pelas redes. Quem ganha os potenciais milhões com os milhões de utilizadores? Até agora tenho gostado muito do Facebook, mais adulto que o hi5, de que nunca fui grande adepto, mas estou curioso nas diferenças que este irá oferecer em relação ao Facebook.
Neste momento quem quer estar à tona dos acontecimentos, tem de estar no Twitter (tenho pouca paciência!), Facebook, ter conta no Gmail, no Linkedin para assuntos profissionais e mais uns quantos de temáticas mais específicas.

Já imaginam a lista de passwords e users que temos de ter na cabeça para fazer o Login a eles todos? Eu voltei a usar agendas em papel para registar todos os acessos e para evitar de ter passwords iguais, mas cada vez fica mais dificíl corrê-los a todos.
Não contando em ser fã de tudo o que é grupo, petições, séries de televisão... Seguidor de centenas de coisas e diáriamente aceitar convites de amizade de amigos de amigos de amigos. Cansa!
Estou a ver o aparecimento de Gestores de redes sociais tal como já fazem os vips e as celebridades. Ainda vai dar que falar, tal como dizem os americanos, buzz.

Apanhei o cartoon daqui, sobre como seriam as redes sociais se fossem personagens.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

O twitter está na boca de toda a gente!

Ontem um colega pedia-me ajuda sobre o "Twitter". O que é isso do twitter?
Procurei explicar com a ajuda de exemplos. Ele tinha visto a entrevista na SIC com um dos fundadores que, por acaso tem a minha idade, e com 2 anos de existência, tem milhões de seguidores. Disse-lhe que basicamente é enviar SMS de tudo o que fazemos como no telemóvel, mas aqui, as pessoas de todo o mundo têm interesse em saber disso.
Tenho página aberta no dito cujo, mas escrevo muito pouco e muito pouca paciência para seguir tudo o que se passa. Gosto imenso das piadas do Inimigo público, mas tive de deixar seguir os jornais. É um duche de informação que não dá espaço aos outros.Tenho assistido nos telejornais sobre a vantagem que o twitter está a dar aos manifestantes no Irão. Sem jornalistas no país, as pessoas procuram enviar o máximo de informação para todo o mundo e isso está a dar cabo da cabeça ao governo iraniano. A popularidade desta rede era um pouco previsível. As pessoas tem pouca paciência para ler grandes textos e preferem coisas bem curtas. Claro que o excesso de informação irá no futuro saturar as nossas cabeças. Ou ligamos a tudo ou só ligamos às coisas superficiais, deixando o mais importante por saber.
As notícias de guerras e celebridades correm mundo e por vezes nem sabemos o que se passa no nosso bairro.
Ainda estou a tentar saber o interesse de algumas pessoas em escrever "Estou a pôr o esparguete ao lume" no Twitter, mas quem sabe a empresa que o vende queira saber como o coze.
Cartoon saíu daqui.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Cão-de-água "Português"

Este cartoon vinha no Expresso sobre o cão-de-água português do Presidente Obama. Como sempre a visão dos americanos sobre Portugal é sempre exacta. Não sei se o Grimm, a personagem do cartoon está vestido como Andaluz ou Alentejano, mas serve para consumo interno.
Este cão deu-nos tanta projecção mundial, que os espanhois já estão a aproveitar, como neste notícia do El Mundo. O Ego espanhol vem logo a puxar os seus galões e a falar na raça ibérica do cão-de-água. E que o cão-de-água espanhol é mais pequeno e causa menos alergias que o português, ideal para uma das filhas do Obama, que sofre mais de alergias.
Pelo menos o "Bom dia" não está em espanhol. Acho que Portugal já se vai afirmando neste mundo... Pelo menos no mundo dos Cartoons!

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Obesos vão pagar a dobrar nos aviões

A United Airlines decidiu cobrar um bilhete extra a pessoas obesas que viajem nos seus aviões.
A empresa afirma que passageiros que não consigam baixar o braço da cadeira ou apertar o cinto devido ao volume do corpo, tenham de comprar 2 bilhetes.
Concordo com a decisão. Casos de pessoas que tiveram de viajar ao lado dessas pessoas acabaram por ficar lesionadas com a posição incómoda.

Não acho que seja discriminação, mas apenas tornar mais cómoda a viagem a todas as pessoas. Especialmente nos Estados Unidos que o número de pessoas obesas vai sendo maior, torna-se vital estudar estes casos. Há-de chegar a um ponto que juntam os obesas e os dispersem pelo avião, de maneira a mantê-lo equilibrado.
Também não gostaria de viajar de lado para que outra pessoa se possa sentar e mais o seu excesso de peso. Já basta o que se sofre em alguns assentos no Metro e nos autocarros.
A figura foi tirada daqui.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Crise também na Pornografia

De acordo com a notícia do Expresso, "dois dos dos reis da indústria pornografia norte-americana, incluindo o fundador da revista Hustler Larry Flynt, pediram hoje um apoio de cinco mil milhões de dólares para a indústria.Larry Flynt, fundador da revista Hustler, juntou-se a Joe Francis, 'pai' da série de filmes "Girls Gone Wild", para escreverem ao Congresso norte-americano a pedirem um plano de resgate similar ao desejado pelas três maiores empresas da indústria automóvel dos Estados Unidos. Segundo estes dois empresários, a justificação deste pedido está no facto de a pornografia representar um volume de negócios anual de 13 mil milhões de dólares (cerca de 9,5 mil milhões de euros) nos Estados Unidos."Acrescentou ainda que "as pessoas estão demasiado deprimidas para serem sexualmente activas" e que "É muito mau para a saúde do país. Os americanos podem ficar sem carros mas não sem sexo"

Os homens andam com os pensamentos na crise, no emprego, na subida do petróleo e não conseguem pensar em sexo. Este fenómeno já se está a reflectir numa indústria que nunca teve problemas. Pode levar um abanão, mas dificilmente poderá suspender como a indústria automóvel. Em Outubro passado, o grupo norte-americano Playboy anunciava o despedimento de 55 pessoas e a eliminação de 25 vagas. A notícia surgia na TSF e acrescentava uma perda de 2,1 milhões de dólares no segundo trimestre de 2008.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Para começar 2009 bem disposto...


Para rever os acontecimentos do ano 2008 e entrar em 2009 com algumas gargalhadas aconselho o site do Daryl Cagle e a sua selecção de cartoons. Mensagem política e económica e rir deste circo que é Mundo.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Carrinho de compras online

No Público de hoje vem uma notícia sobre um estudo da Google Portugal. O estudo aponta para as viagens como o mais procurado e adquirido pela internet. É natural que as múltiplas ofertas que surgem online motivem a uma olhadela para promoções e produtos em cima da hora. O estudo indica que o gasto médio nas compras é superior ao efectuado fora do nosso computador. A comodidade da compra e a melhor segurança facilitam a utilização desse meio.
As viagens que fiz nos últimos 2 anos foram todas adquiridas online. Sentado à secretária, consigo fazer a pesquisa, tirar dúvidas e efectuar o pagamento. O grande problema que encontro é mesmo o da múltipla escolha. Há tantos sites de agências, intermediários, companhias de aviação, publicações, que temos mesmo de fazer um filtro à pesquisa. Como tempo vamos refinando essa pesquisa nos motores de busca (o Google é mesmo a referência!). No inicío colocávamos "viagens" ou "low cost" e saíam milhões de respostas. Felizmente, há bons serviços que surgem e que nos indicam os melhores links.
Mas, o nosso país nesse aspecto ainda é de uma dicotomia generalizada em relação à compra de produtos de lazer e cultura. Muitos comprarão viagens, livros, bilhetes, mercearia pela internet e muitos ainda optarão pela ida à loja, às bilheteiras, aos hipers e às agências de viagens com aqueles posters enormes com paisagens dos trópicos, da praia e da montanha, porque esse cenário impulsiona a viajar. Haverá também o meio termos de ir aos locais pesquisar e depois encomendar online.
Nos próximos anos, o crescimento da Net deverá passar pelo aparecimento de melhores filtros e serviços de apoio à pesquisa. Os utilizadores também são um pouco preguiçosos...

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Nobel da Literatura e outros

Chegamos a Outubro e divulgam-se os prémios literários de 2007 em diversos países. O mais importante, ou antes, o mais mediático desses prémios é o Prémio Nobel da Literatura.
Tão importante que alguns escritores sonham com a almejada medalha com o perfil do senhor Nobel e outros dão-lhe pouca importância. Provavelmente, por nunca a conseguirão ganhar. Um deles, em 1964, recusou o prémio. Jean-Paul Satre foi um rebelde nesse sentido. Os últimos prémios têm sido entregues todos, a 10 de Dezembro de cada ano. Data da morte do inventor que dedicou a sua fortuna ganha com a invenção da dinamite a causas mais nobres e a descargo de consciência pelo mal que a sua invenção iria causar à humanidade.
Na próxima quinta-feira saberemos quem ganhou o Nobel deste ano. Há muitos candidatos eternos, como o foi Saramago durante anos até o ganhar em 1998. Não teve mais descanso na carreira e teve de se afastar para a ilha de Lazarote para conseguir continuar a escrever.
Alguns escritores não aceitam os prémios para se manterem no seu canto a escrever e sossegados. Evitam todo o espectáculo mediático, conferências de imprensa, festas de lançamento, para poderem escrever à vontade e no seu isolamento normal.
Listas de candidatos têm sido divulgadas com escritores como Joyce Carol Oates, Philip Roth, Thomas Pynchon e Don DeLillo. O Israelita Amos Oz também é um possível ganhador. Ora aqui entra outro aspecto, talvez o mais importante. Não tirando o mérito e a qualidade dos escritores, o aspecto político da escolha é muito importante. Um escritor polémico, um escritor conotado com algum partido ou religião. Os governos ficam inchados com a escolha de escritores dos seus países, mas o principal é elogiar a qualidade dos bons escritores que a humanidade deu e conhecê-los através da leitura das suas obras, muitas vezes desconhecidas em diversas línguas. Temos vindo a conhecer traduções de grandes escritores que viram o seu nome aparecer nas montras das lojas. De outro modo, estaria na "tômbola" de escolha de entre milhares de escritores que existem. A divulgação destes prémios são importantes como filtros para o comum dos cidadãos reconhecer excelente material escrito de todos os outros que surgem que nem cogumelos.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Como funcionam as Bolsas

Este cartoon exemplifica em extremo como funciona uma Bolsa, mas não anda muito longe. É tudo baseado na confiança dos agentes económicos, nas informações e na desinformação. Há uma greve numa refinaria, o petróleo sobe. Uma guerra, uma descoberta científica ou um escândalo e parece uma montanha russa. Vivemos tempos muito confusos. Esperem só pela quantidade de livros que irão sair sobre isto daqui a um ano de vários "especialistas".

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Época de furacões

Em todos os jornais se fala do furacão Gustav que poderá causar uma nova catástrofe como foi o furacão Katrina em 2005. Todos os anos se repetem, alguns de grande intensidade, mas a maioria são mais pequenos, felizmente. Mas, para quem vive em países como Cuba, República Dominicana, Haiti e Bahamas, todos os anos é um pesadelo. Em Nova Orleães ainda é pior por causa dos diques que estão sempre no limite. Com o Katrina, a cidade ficou inundada. 3 anos depois ainda estão a reconstruí-la e já sentem a ameaça de novo com o Gustav. Agora que o Gustav está a diminuír de intensidade, 2 novos furacões, Hanna e Ike, aproximam-se das caraíbas. É muito má época para fazer férias nesses locais. Outro dia, questionava-me sobre quem escolhe os nomes para os furacões. Vi que há uma lista que usa 126 nomes estabelecidos para cada período de 6 anos. Se o alfabeto chegar ao fim, como em 2005, utiliza-se o alfabeto grego. Os nomes são alternadamente masculinos e femininos.
Há uns anos Sheila Jackson Lee, uma congressista afro-americana (como se diz nos EUA), afirmou que os furacões
deveriam refletir a cultura Afro-americana e não ter nomes tão caucasianos. Assim, alguns furacões
poderiam chamar-se Chamiqua, Tanisha, Woeisha, Shaqueal ou Jamal. Considerando que são fenómenos climatéricos que provocam grandes estragos, não sei se a escolha de nomes afro-americanos iria ajudar a diminuir o carácter racista na ajuda americana aos habitantes do estado da Louisiana, a maioria negros.
Também referiu que os meteorologistas deveriam usar uma linguagem menos técnica e tentar chegar à população mais pobre e menos instruída.
Usarem calão para informar do tempo, deveria ser uma anedota. As pessoas não precisam de saber os promenores técnicos, apenas a gravidade ou não do furacão.
Curioso que sempre que um furacão provoca destruição excessiva e perda de vidas humanas, o nome desse furacão é retirado. A lista dos já foram retirados vai em 67, estes os da última década:
1998 - Georges
1998 - Mitch
1999 - Floyd
1999 - Lenny
2000 - Keith
2001 - Allison
2001 - Iris
2001 - Michelle
2002 - Isidore
2002 - Lili
2003 - Fabian
2003 - Isabel
2003 - Juan
2004 - Charley
2004 - Frances
2004 - Ivan
2004 - Jeanne
2005 - Dennis
2005 - Katrina
2005 - Rita
2005 - Stan
2005 - Wilma
Há nomes como o furacão César que se enquadram. Rita também fica excelente, lembra a Rita Hayworth. Mas chamar um furacão de Hortense ou Lili. Com as mudanças que temos registado nos últimos anos e com furacões cada vez mais fortes, acabam-se os nomes para os baptizar. Ou então iremos usar os tais nomes afro-americanos. Só mesmo o políticamente americano para dar um ar cómico a uma calamidade.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Judoca Veterano

Hagimé. Em tempo de Jogos Olímpicos e de provas de Judo na madrugada das televisões, lembro-me das competições nacionais dessa modalidade.
Comecei no Judo Clube Odivelas, aos 10 anos de idade, na brincadeira e com o gosto pelo desporto. Até aos 25 anos, competia, às vezes melhor preparado, outras nem tanto, dependia das provas.
Para chegar a ser um bom judoca, é necessária muita dedicação, talento e boas condições de treino. Treinei muitos anos no pavilhão da Escola Secundária de Odivelas, 3 vezes por semana à noite e havia um ambiente muito bom para a prática desportiva. Naquele pavilhão, assistia, a treinos de Basquetebol, Corfebol, Andebol e Voleibol. A falta de pavilhões, sentia-se na divisão de horários. O nosso país, continua com falta de instalações desportivas e isso desincentiva os jovens. Anos mais tarde, os treinos passaram para o pequeno pavilhão da Escola Preparatória Avelar Brotero e aí era mesmo mais complicado. As paredes estavam muito próximas para as quedas dos combates. Mas, aí entra a conhecida "carolice" que tantos clubes de modalidades amadoras teimam em manter.
Não passei de atleta mediano, mas foi uma experiência muito agradável e tive a oportunidade de experimentar a competição com grandes atletas. Nos últimos anos, lutava na categoria de -81Kg e a minha preparação física já era muito diferente, do tipo de atletas que defrontava.
Desses anos, ficam memórias boas, o gosto pelo desporto e algumas mazelas. Um judoca com uns anos, anda sempre com adesivos, os joelhos danificados e com outras lesões. Uma vez parei 2 meses para recuperar de um ombro.
O Judo nos últimos anos tem tido uma enorme subida em Portugal, os resultados de nível mundial têem aparecido e é necessário que mais miúdos façam desporto. É excelente para o corpo, para a mente e para uma maneira mais saudável de estar na sociedade. Há para aí muito miúdo obeso que precisa de fazer exercício físico.
Tenho pena, de nestes Jogos Olímpicos, a televisão filmar sempre o tapete onde não está a lutar um atleta português. Estar a "ver" um combate no tapete 1 e a "ouvir" o combate da judoca Ana Hormigo no tapete 2. Maté.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Olimpíadas e as Cidades

Tenho visto nas notícias, as dificuldades que a China está a enfrentar para que tudo corra bem em Agosto, nos Jogos Olímpicos. Já nem falando da política e dos direitos humanos, a cidade de Beijing enfrenta um grave problema - a poluição!
Da imagem de alguns anos com milhares de bicicletas, a cidade, hoje em dia é atravessada por milhares de carros, novas fábricas, a construção de centrais eléctricas utilizando o carvão e a construção de mais urbanizações como acontece nas principais cidades chinesas.
As Olimpíadas vão passando por todos os continentes de 4 em 4 anos e a Ásia, neste caso a China quis mostrar as suas capacidades de organização do maior evento desportivo que existe no mundo. O evento é tão dispendioso que só grandes cidades se candidatam e conseguem, como o caso de Beijing e de Londres, onde serão feitos os Jogos de 2012.
Como grandes cidades que são, os problemas são equivalentes. A segurança, o tráfego, a logística e um ambiente propício a grandes marcas e recordes.
Com um ambiente tão massacrado como são o destas cidades, os atletas terão algumas dificuldades em conseguir grandes marcas. Imaginemos o esforço de um maratonista a puxar do fôlego nas ruas de Beijing e a respirar todo o ar poluído.
Algumas medidas como diminuir o tráfego, parar fábricas e a construção poderão atenuar alguns dos efeitos piores da poluição, mas acabados os Jogos volta tudo de novo ou ainda pior.
E as estruturas que ficam, serão novamente utilizadas numa cidade que não é das mais saudáveis para a prática desportiva?
Não esquecendo a cidade de Londres com os seus nevoeiros de fumo, que me 2012 ainda serão mais intensos.
Qual a solução para os Jogos Olímpicos do futuro? Fazê-los em cidades mais pequenas? Fazer sempre nas mesmas, para evitar novos gastos astronómicos com equipamentos desportivos? Há necessidade de tantos estádios olímpicos?
O comum dos cidadãos precisa de locais para praticar desporto, mas não todos concentrados em alguma parte da cidade. Talvez seja altura de se unirem alguns países, de modo a dividirem as despesas e mais população beneficiar das estruturas.
Há que rever o caso dos jogos de Atenas e as suas despesas num país com tantas dificuldades.
Ou no caso português, o estádio do Algarve e a sua utilização diária por ninguém.

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