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segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Feira Quinhentista


Sábado fui conhecer a Feira Quinhentista de Coina. O foral da vila faz 500 anos e sempre uma oportunidade de recriar o ambiente histórico e ao mesmo tempo apresentar mais um evento que garanta uma boa distração para as populações. 
Sabia que a localidade teve importância histórica, mas fiquei a conhecer um pouco mais de uma terra que hoje conhecemos de passagem para quem vai ou vem do Barreiro.
Por ser o primeiro ano há sempre apontamentos para rectificar. O espaço da feira e o estacionamento são excelentes, mas falta um castelinho, tal como me dizia uma das tendeiras com quem falei e que havia feito a feira de Palmela na semana anterior. 
Fui de tarde e estava pouca gente e pouca animação, mas sei que são feiras que vivem mais dos visistantes à hora do jantar. Deu para assistir a uma luta de espadas. A minha filha estranhou aparecer uma mulher metida no grupo. Desenhei-a e ao Mestre. No fim mostrei-lhe e achou engraçada a observação da minha filha. "Lá em casa temos de nos defender". Mulher de Armas! Gostei e espero que seja melhor para o ano. Se fizerem.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

8ª Feira Medieval de Alhos Vedros


No sábado 30, fui ao encontro de desenho na 8ªFeira Medieval de Alhos Vedros a convite do C.A.C.A.V. Já tenho ido a esta feira em anos anteriores, mas desta vez o propósito era de observar com o caderno na mão. Foi muito interessante ver como se torna um desbloqueio de conversa com alguns dos intervenientes da Feira ao verem os desenhos.
Fiquei a conhecer um pouco mais o engenho de algumas das pessoas que fazem destes eventos um modo de vida como o Miguel Gomes da ArtFalco. Ainda tive de manter a concentração no desenho do ferreiro Paulo, com dezenas de curiosos a espreitarem tanto o trabalho dele como o meu desenho. Ainda tive um empurrão de uma senhora. Parece que lhe atrapalhava a posição para tirar a foto com o telemóvel. Mas tudo isto deu um gozo incrível, ouvi com cada expressão sobre o ferreiro e com algumas sabedorias. Mantive o foco no desenho e nos gestos do artesão. No final uma entremeada, uma sangria e a troca de impressões com o resto do grupo. Agradecimentos à Paula Silva e o C.A.C.A.V.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Feira Medieval de Palmela


No passado domingo, o dia esteve solarengo e fomos ver a Feira Medieval no castelo de Palmela. Sempre um ambiente diferente, onde nos apetece beber um licor de bruxa ou um pão com chouriço dos frades. 

É engraçado como naquele ambiente nos apetece consumir e comprar uma espada ou um dragão em miniatura. Como se quiséssemos levar mesmo um bocado daquela boa disposição. Achei piada a uma barraca que vendia uma sangria de ginja num corno de barro. O corno tinha umas palhinhas e dava para pendurar ao pescoço. Muita gente andava com o corno ao peito. Fiquei a pensar que o homem não vende sangrias mas cornos. Qualquer pessoa podia beber num copo de plástico, mas não há nada melhor que bebê-la num corno. 
E é assim que se vende nas festas medievais. Não trouxe corno, mas soube-me bem um bolo do caco com chouriço e manteiga de alho.


E não podia faltar a animação de um cortejo e de um torneio. Sempre engraçado de ver, mas já estava um pouco cansado. A minha filha insistiu em ver os cavalos do torneio e ficámos até ao fim. Ainda deu para testar a rapidez no traço e conseguir captar os personagens do torneio. O colorido foi feito em casa.

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