terça-feira, 18 de outubro de 2011

33º Sketchcrawl / 18º Encontro USk

Antes de subir ao terraço do Chão do Loureiro para mais um encontro dos Urban Sketchers, desenhei um pouco do Largo do Caldas. Um turista espanhol perguntou-me se era arquitecto. Disse-lhe que era para um encontro de desenhadores e ele achou interessante. O dia estava de verão.




Desenhei um antiquário no Largo do Contador-Mor. O senhor não aguentou 10 segundos sentado e pouco depois estava a avisar-me para ter cuidado com os pombos. Aproveitou e meteu conversa comigo e deu-me algumas dicas para locais a desenhar perto do Castelo. Terão de ficar para outras vezes.




Adorei o encontro, as conversas e rever algumas ruas que já há muito não passava. Uma excelente oportunidade para ver e mostrar o Museu do Teatro Romano. Venha o próximo encontro.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Homenagem simples e directa

Li algumas notícias sobre a morte do fundador da Apple, Steve Jobs. Tudo o que fez, o que representou para a empresa, as novidades que apresentou nas tecnologias e que mexeram com a maneira de olharmos para um telefone, ouvirmos uma música ou lermos um livro.


Numa das notícias no Público, achei curiosa a imagem que aqui coloco, criada por um jovem designer de Hong Kong. A imagem é tão simples e consegue comunicar tanto. Parece uma dentada valiosa na alma da empresa. Mantendo o símbolo da Apple, adorei a forma como foi feita a homenagem à pessoa e à empresa. E parecia tão óbvia a ideia da imagem. Depois de a ver parece que qualquer um a poderia fazer. Não tem nada de especial, mas está a dizer tanto. Excelente homenagem. Simples e apela aos nossos sentidos.

Imagem daqui.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Filas de espera

E continuamos com os dias quentes. Não dá para andar muito na rua. Logo de manhã chego ao trabalho com uma pinga a escorrer pelas costas. Assim, continuo a usar o metro apesar destes dias em que apetece passear pela baixa.


Diáriamente, vejo as filas de miúdos na estação do metro da Avenida que esperam para tirar o passe até aos 18. As caras deles impacientes, com o segurança a ir a todos ver se os papeis estão ok. Ao final da tarde, a fila preenche o corredor e alguns ficam sentados no chão. Outro dia já havia um tipo exaltado, se calhar a pensar que algum teria passado à frente. Fez-me lembrar as filas para a cantina na faculdade. Enquanto esperava, havia sempre algum conhecido que me via e se "encostava" à conversa. E lá passava uns quantos. Também fazia o mesmo, por isso não ficava a perder. O espírito de entreajuda e chico-espertice. O pior é quando isto se aplica em vários sectores do país. Alguns exaltam-se e outros aproveitam os conhecidos.
Amanhã lá estarão mais uns miúdos à espera.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Ano Lectivo

Já começo a ver os estudantes de capa e batina na travessia do barco. Vão começando as aulas nas universidades e as festas dos caloiros. Não sei como aguentam andar de fato e com a capa, deve ser um calor.


Está a ser um regresso de férias violento em termos de notícias sobre a crise, a Madeira, a Europa, a Grécia... Já não dá para absorver tanta informação. Ainda por cima ao serão, a televisão volta a descer de nível com mais um big brother.

Por isso, ontem estive a apreciar as paisagens do Douro no programa "Câmara Clara" que no domingo à noite, tinha como tema o Museu do parque do Côa. O museu é muito bonito no exterior e no interior e ainda consegui aprender alguma coisa sobre as gravuras e o Paleolítico superior. Senti-me a relaxar ao ver o programa e acabei por me deitar com a sensação de tempo bem dispendido.
Sempre se aprende algo e ainda motiva a aprender mais. Com o novo ano lectivo a começar há vontade de começar novos projectos e novos encontros de desenho. É sempre um regresso fresco de ideias depois do verão.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Personagens de praia II

Achei engraçada a situação que envolveu o homem que está sentado. Apanhei o diálogo dele com o vendedor de bolas de berlim. Estava a comprar para toda a família e o total a pagar era mais do que ele esperava. Obrigou o filho a devolver todas ao vendedor. Disse à família que noutras praias, as bolas estavam a 1 euro e ali ficavam a 1,20.


Passado uma meia hora, o filho viu de novo o vendedor e pediu ao pai. Ele deu o dinheiro e disse para o filho perguntar o preço de cada bola, provavelmente teria feito as contas mal. O vendedor estava a umas toalhas de distância. O rapaz voltou e disse que o vendedor tinha estranhado primeiro a devolução e agora estavam a comprar de novo. E contou ao rapaz que além das bolas pedidas havia oferecido uma. Claro que quando o rapaz distribuiu pela família, os bolos eram à conta. O vendedor tinha-se aproveitado da ingenuidade do rapaz para brincar com a situação. O homem fartou-se de deitar abaixo o filho.
Adorei o uso de expressões francesas nas conversas, sendo  todos portugueses. Fica sempre tão mal fazer isso em sítio públicos. Pensamos logo nos emigrantes que tentam sentir-se bem quando regressam ao país natal. O senhor era mesmo um personagem. A mulher estava de bata na praia.

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