Este cartoon exemplifica em extremo como funciona uma Bolsa, mas não anda muito longe. É tudo baseado na confiança dos agentes económicos, nas informações e na desinformação. Há uma greve numa refinaria, o petróleo sobe. Uma guerra, uma descoberta científica ou um escândalo e parece uma montanha russa. Vivemos tempos muito confusos. Esperem só pela quantidade de livros que irão sair sobre isto daqui a um ano de vários "especialistas".terça-feira, 30 de setembro de 2008
Como funcionam as Bolsas
Este cartoon exemplifica em extremo como funciona uma Bolsa, mas não anda muito longe. É tudo baseado na confiança dos agentes económicos, nas informações e na desinformação. Há uma greve numa refinaria, o petróleo sobe. Uma guerra, uma descoberta científica ou um escândalo e parece uma montanha russa. Vivemos tempos muito confusos. Esperem só pela quantidade de livros que irão sair sobre isto daqui a um ano de vários "especialistas".quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Zakumi, a mascote para 2010.
Está escolhida a mascote para o campeonato do mundo de 2010, na África do Sul. Chama-se Zakumi e é a junção de "ZA" para o nome do país e "kumi" que significa 10 em diversos dialectos sul-africanos.
Gosto das cores, o que não é difícil sendo a bandeira bem bonita e ter uma paleta de cores para se usarem em eventos desportivos. O equipamento da equipa de rugby é dos mais vistosos, por exemplo.
Representa um leopardo e dignifica um dos símbolos da fauna sul-africana. A mascote da equipa de rugby, mais uma vez, é um antílope.
Fez-me recordar de algumas mascotes que já representaram campeonatos anteriores. Umas mais bonitas, outras bem feias (a do campeonato de Itália em 1990, na minha opinião, mas ficam como símbolo eterno daquela competição específica. Não gostei das mascotes do campeonato da Europa deste ano. Sem muita criatividade, pareciam uns bonecos de uma marca de chocolate em pó ou de uns cereais.
O primeiro campeonato do mundo que assisti (lembro-me da final) foi de Espanha em 1982. E especialmente dos desenhos animados com a mascote "Naranjito". Adorava os desenhos e tentava copiá-los para os meus cadernos da escola.
Como qualquer herói tinha os seus amigos Citronio (o limão) e a Clementina. Também havia os vilões, Zruspa (com um bigode de malandro), Coco e o Imarchi (o ET robotizado).
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Backpackers - Flashpackers
Durante muitos anos, os jovens de 20 anos, viajaram por todo o mundo com a "casa" às costas. A mochila pesada com a roupa toda amarrotada, ficavam em hotéis baratos e de quartos com beliches e wc comunitário.Grandes experiências, viagens cansativas, horas a percorrer as cidades, estações de comboios e comendo sandes de atum e salsichas. O interrail, as boleias, tudo faz parte de uma fase da vida de diferentes gerações.
Mas, a tecnologia foi-se desenvolvendo. Hoje em dia, ainda há jovens "caracóis" com a mochila pesada às costas e dormitando pelos bancos de comboios de toda a Europa. A diferença está nos mais velhos, perto dos 30 anos, que passaram a fazer viagens com outro conforto, mas seguindo o mesmo espírito das experiências dos mochileiros.
Assim, a mochila passou a ter rodinhas, o Laptop passou a acompanhar sempre. A câmera digital, o telemóvel são ferramentas necessárias. Mantêm as conversas por mail, por mais longe que estejam, pesquisam hotéis, restaurantes e claro, as companhias aéreas de low-cost para as viagens mais em conta.Se antes, era a aventura, sem orientação, a desdobrar mapas enormes e a pedir informações em várias línguas, hoje, apenas muda o cenário, porque o "escritório" anda sempre funcional em qualquer lugar da terra.Fazem-se blogs com diários de viagem, actualizados diáriamente.Os hotéis vão instalando tomadas para pc's, espaços para internet wireless, enfim tudo o que o viajante pode
usar para estar próximo de casa e dos amigos. Tirar fotos de paisagens em lugares distantes e enviá-las para os amigos que estão no escritório a trabalhar.
Enfim, o viajante de hoje não conhece o perigo de se perder, de perder o contacto com a casa, excepto, se lhe roubarem toda a tecnologia. Aí, a aventura está de volta!!
Foto da mochila: http://www.traveltech1.com/powerpackbackpackwlaptopcompartment.aspx
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Um euro na Ryanair
A companhia aérea low-cost, Ryanair saiu com uma promoção de voos por apenas 1 Euro! E com as taxas incluídas. Não sei como é possível uma pessoa viajar por um euro e a companhia não ter prejuízo.
Até para andar de metro em Lisboa é mais caro. E mesmo que sejam viagens para aeroportos que ficam muito distantes das principais cidades, o avião tem de voar e o combustível tem de ser pago.
Se o voo se atrasar, eles devolvem o euro?
Até para andar de metro em Lisboa é mais caro. E mesmo que sejam viagens para aeroportos que ficam muito distantes das principais cidades, o avião tem de voar e o combustível tem de ser pago.Se o voo se atrasar, eles devolvem o euro?
Mas, descobri que no site eles têm uma coisa engraçadíssima. Um calendário com as hospedeiras da companhia. Calculo que sejam as hospedeiras, pois serão elas a precisar de receber o ordenado. Não sei como é feito, mas por enquanto eles continuam a voar e que eu saiba ainda não caiu um avião deles.
Claro que o calendário, como o nome diz, é em nome da caridade, mas não dizem de qual...
A TAP lançou também agora umas viagens para toda a Europa, mas ainda custam 64 euros. Não é nada mau. E nem sei como a TAP se vai aguentar só com este valor. Agora por um euro... É de uma pessoa ficar a desconfiar do serviço.
Outra ideia, poderá ser a cobrança de tudo o que existe dentro do avião. Apertar o cinto antes de levantar voo, são 20 euros. Hospedeira a atravessar o corredor para ver se está tudo sentado, são 15 euros a cada passageiro. Uma garrafinha de água deve ser mais cara que numa discoteca algarvia em pleno verão. E finalmente, uma tabela com contacto dos táxis do aeroporto que fica a 100 km da cidade de destino, deve ser uns 50 euros.
Até tenho receio de pensar que esquema é feito para conseguirem estes valores. Quem quiser aproveitar que avance. A Ryanair tem mantido um nível de qualidade. Para quem quiser visitar Dublin e conhecer a sede da companhia.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Budas de Bamiyan
Boas notícias vindas do Afeganistão. Descobriram uma estátua de um Buda reclinado, com 19 metros, na província de Bamiyan. Nesta província, os Talibans explodiram 2 estátuas de Budas gigantes de 55 e 38 metros. As explosões de 2001, danificaram um dos símbolos daquela província e da história deste país martirizados por constantes guerras.
A equipa de arqueólogos procurava a estátua de um Buda reclinado de 300 metros, que é descrita no livro de um peregrino chinês, que por lá passou há centenas de anos.Segundo a agência Lusa, os arqueólogos ainda descobriram peças da era islâmica. O Afeganistão é um país com uma história muito rica. Ponto de passagem de exércitos, da Rota da Seda, teve (e ainda tem) extrema importância estratégica, militar e económica.Infelizmente é uma região que se encontra em guerra permanente e muitos dos achados arqueológicos acabam por ser destruídos ou desaparecem com o tempo. Poucos são os relatos de viagem e os últimos guias de viagem do país datam do final dos anos 60/70 quando fazia parte da rota de viagem dos hippies que iam para o extremo oriente. As condições para as escavações são muito perigosas, com a protecção das forças militares internacionais, arriscando a vida com minas, emboscadas e o caos. Esperemos que a guerra faça uma pausa (acabar de vez, deverá ser impossível) e novas descobertas se façam. É um país rico em artefactos de várias religiões e quem sabe um dia, poderemos visitar essas maravilhas em segurança.
A equipa de arqueólogos procurava a estátua de um Buda reclinado de 300 metros, que é descrita no livro de um peregrino chinês, que por lá passou há centenas de anos.Segundo a agência Lusa, os arqueólogos ainda descobriram peças da era islâmica. O Afeganistão é um país com uma história muito rica. Ponto de passagem de exércitos, da Rota da Seda, teve (e ainda tem) extrema importância estratégica, militar e económica.Infelizmente é uma região que se encontra em guerra permanente e muitos dos achados arqueológicos acabam por ser destruídos ou desaparecem com o tempo. Poucos são os relatos de viagem e os últimos guias de viagem do país datam do final dos anos 60/70 quando fazia parte da rota de viagem dos hippies que iam para o extremo oriente. As condições para as escavações são muito perigosas, com a protecção das forças militares internacionais, arriscando a vida com minas, emboscadas e o caos. Esperemos que a guerra faça uma pausa (acabar de vez, deverá ser impossível) e novas descobertas se façam. É um país rico em artefactos de várias religiões e quem sabe um dia, poderemos visitar essas maravilhas em segurança.
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